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2015 foi um ano de excelentes estreias, porém, como todos os anos, muitas séries acabaram se despedindo, deixando os fãs órfãos, procurando uma substituta à altura.

Para que elas não passem em branco, listei 10 séries que deram seus “bye bye” este ano.

Glee


Glee teve seu início em maio de 2009 e seu final em março de 2015. A série é uma criação de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. Ambientada no high school, Glee fez sucesso desde sua estreia, apesar de algumas escorregadas no caminho e de perder seu protagonista Cory Monteith, intérprete de Finn Hudson, em 2013. De maneira satisfatória, Glee encerrou sua jornada com uma timeline de 2009 até o futuro. 



Glee conta com 6 temporadas.


Hannibal


Com Hannibal é difícil ser imparcial. É uma série perturbadora, incrível, que você se apaixona pelo protagonista, que, também, é o vilão. Hannibal é uma adaptação dos livros de Thomas Harris e, apesar de não ter tanta audiência como se esperava, conseguiu ser uma das melhores coisas da TV norte americana. O canibal que faz arte com o “resto” dos corpos de suas vítimas em uma riqueza de detalhes absurda atrai, prende e leva o telespectador até o final de cada episódio. Uma vez, li que Bryan Fuller, criador da obra, disse que a cada vez que ele contratava novos diretores dizia que eles não eram responsáveis por um episódio de uma série, mas, sim, por um filme de arte. Hannibal é isso...um filme de arte dividido em 3 temporadas, com uma história, desenvolvimento de personagens e um final que faz você pedir mais histórias.



CSI


Uma das mais conhecidas séries policias, CSI deu seu “adeus” no dia 27/09/2015, em um episódio duplo de quase 2 horas, com o retorno dos nomes mais importantes que passaram pelo show. A série teve seu início em outubro de 2000 e foram 16 temporadas mostrando a vida da polícia forense, passando por vários personagens, que foram desde Grissom até D.B. Russell. Além disso, partindo de CSI: Crime Scene Investigation, surgiram CSI Miami, CSI NY e a mais recente CSI Cyber.



Mad Men


Mad Men, uma criação de Matthew Weiner e início em 2007, conta a história de Don Draper, publicitário dos anos 60, que trabalha na Sterling Cooper como diretor de criação. Mad Men mostra, através de relacionamentos pessoais e profissionais, as mudanças sociais, econômicas e morais que a sociedade norte americana enfrentou. Esse ano (2015), Jon Hamm, finalmente, foi reconhecido, com um Emmy, por seu – não menos – brilhante trabalho em Mad Men, como Don Draper, levando para casa o troféu de “melhor ator em série dramática”.




Mad Men teve seu final em maio/15, após 7 temporadas.


Parenthood


Parenthood não é uma das séries mais conhecidas, porém tem uma história maravilhosa que durou 6 temporadas. Essa criação de Ron Howard conta a história da família Braverman, que, através de suas “divisões” mostram que toda família tem seus problemas, no caso da série, eles vão desde alcoolismo até autismo, passando por uma paternidade desconhecida e os conflitos de uma pessoa que tenta ser tudo ao mesmo tempo. Em pouco mais de 80 episódios, somos apresentados a Crosby, Julia, Sarah, Adam, Camille e Zeek e, apesar de parecer clichê  e simples, nos envolvemos cada vez mais com as personagens. Isso sem contar que o final de Parenthood é maravilhoso, para fazer jus ao que foi a série.




Cougar Town


De todos os atores da série Friends, Jennifer Aniston foi a que teve mais sucesso nas produções audiovisuais, porém não é a única. Cougar Town tinha como protagonista a atriz Courteney Cox, que interpreta Jules Cobb, uma quarentona que tenta voltar ao mundo dos relacionamentos, em uma cidade onde todas as garotas parecem rejuvenescer. A série começou em 2009 e deu “tchau” em março de 2015, contando com 6 temporadas.




Two and a Half Men


Difícil achar uma pessoa que não tenha, pelo menos, ouvido falar da vida de Charlie Harper, nessa série da CBS, que durou 12 anos. Two and a Half Men começou contando a história de Charlie Harper, um cara que está nos seus 40 anos e, ainda, é considerado um “garanhão”, onde não se importa com relacionamentos, apenas sexo casual com garotas que mal saíram da adolescência. Em 2011, Charlie Sheen, que interpretava o protagonista, saiu da série, dando espaço a Ashton Kutcher. Em fevereiro de 2015, a série, já com índices de audiência não muito bons, resolveu dar “adeus”, encerrando a jornada iniciada em 2003.



Nurse Jackie


Em junho de 2015, uma série que passeava tranquilamente entre drama e comédia chegou ao fim. Nurse Jackie teve sua estreia em 2009, no Showtime, e tem muitas semelhanças com outra série médica: House. Jackie é uma ótima enfermeira que se dedica 100% a seus pacientes, tem um humor não muito reconhecido e uma fraqueza por Vicodin. Nurse Jackie é uma excelente série com 7 temporadas


.


Community


Community é uma das minhas sitcoms favoritas e, por isso, foi, no mínimo, chato dizer adeus à série em junho de 2015. A história gira em torno de um grupo de estudos da Greendale Community College, uma universidade nada favorecida e com uma reputação tão ruim quanto a maioria das notas dos protagonistas. Após o terceiro ano da série, no final do episódio 22, tivemos a primeira aparição do #sixseasonsandamovie, algo que virou uma campanha, juntando fãs da série por todo o mundo e, ainda, garantindo as 6 temporadas do show, que teve seu último ano comprado pelo Yahoo. A esperança, agora, é que, realmente, haja um filme, pelo menos, para cumprir a hashtag oficial de Community.




Parks and Recreation


Assim como Community, Parks and Recreation faz parte da minha lista de sitcoms preferidas e, ao final do expediente de Leslie Knope & Cia., ficou complicado achar uma comédia que correspondesse à altura de Parks. Saindo das mentes de Greg Daniels e Michael Schur, Parks and Recreation narra a historia dos funcionários do Departamento de Parques da cidade de Pawnee. Narrada em forma de documentário, a série passeia pela vida pessoal e profissional de Leslie Knope e seus funcionários, entretendo seus telespectadores por 7 maravilhosos anos.



Listas são sempre difíceis, então coloque nos comentários a sua série preferida que, infelizmente, se despediu em 2015.

Dia 26/06/15 foi um dia histórico para os EUA. Barack Obama, presidente da potência mundial, ficará – sem dúvida – memorável, entre tantas outras coisas (o primeiro presidente negro), por isso:


Pois é...casamento igualitário nos EUA, facebook todo colorido e muitas, muitas comemorações.

Na telinha, o casamento entre homossexuais já existia há muito tempo e, abaixo, estão alguns casais que não me deixam mentir:

Mitch e Cam (Modern Family)


Modern Family, como o próprio nome diz, fala sobre a família moderna. Um link dos netos ao avô. Dois desses personagens são lindos, maravilhosos e roubam muitas cenas. Mitch, interpretado por Jesse Tyler Ferguson, e Cam, feito por Eric Stonestreet. Eles passaram o quinto ano da série falando sobre o grande dia, até que ele chegou e, com ele, alguns problemas. O importante é que, no final, tudo deu certo e Mitch e Cam puderam dizer o tão sonhado “sim”.

Callie e Arizona (Grey’s Anatomy)


Mais do que fazer um mega novelão mexicano, Grey’s Anatomy tem o dom de nos mostrar as maiores tragédias  e, ainda assim, fazer com que nos apaixonemos pela série e seus personagens. Um momento lindo foi o casamento de Callie e Arizona, que passaram por tudo que um casal poderia passar, mas chegaram ao vestido branco, ou melhor, aos vestidos brancos.
Carol e Susan (Friends)


Carol e Susan não faziam parte do núcleo principal de Friends, mas isso não tira a importância do casamento delas. Em 1996, há 19 anos, antes da decisão de Obama, as duas já estavam, ali, mostrando que o importante é o amor.

David e Keith (Six Feet Under)


Foi uma cena rápida, mas velocidade não conta pontos. Depois de tanto tempo e, em meio a tantos problemas e conflitos, David e Keith subiram ao altar, para a felicidade dos fãs.

Casamento duplo: Brittany e Santana / Kurt e Blaine (Glee)


Glee sempre pregou as diferenças, levantou a bandeira sobre algumas coisas e discutiu, sim, o casamento gay em sua última temporada. Brittany e Santana e Kurt e Blaine entraram para a lista de casados, no mesmo dia, simbolizando dificuldades, desafios, esperança e amor, com ajuda de todos os membros do coral.

Séries como Queer as Folk, The L Word, Skins, Looking, Orange is the New Black e muuuitas outras, também, vestem a camisa contra a homofobia. Vale lembrar que produções cinematográficas brasileiras entram na mesma lista, como Hoje eu quero voltar sozinho, Praia do Futuro, Cazuza e O Beijo da Mulher Aranha.

PS: Importante saber que, no Brasil, em 2013, o CNJ aprovou uma resolução, obrigando os cartórios a celebrarem o casamento civil e converterem a união estável homoafetiva em casamento.

Quando Glee sofreu a sua maior perda em 2013 (a morte de Cory Monteith), o final da série era, apenas, uma questão de tempo, como uma pequena ameaça que rondava os fãs. Ainda assim, tivemos uma quinta e a sexta (e derradeira) temporada.

Sem falsas críticas, a série caiu – e muito – desde os seus primeiros anos. No início, era fácil se identificar com as personagens e reconhecer, em cada uma delas, alguém que você conhecia, mas as temporadas foram passando, novos rostos entraram e a série se perdeu. O elenco original saiu aos poucos e, com ele, muitos telespectadores.

Foram alguns anos, até chegarmos à desastrosa temporada mostrando as aventuras de Rachel em NY. Neste mesmo ano, foi criado um “outro clube Glee” e demorou um pouco para Ryan Murphy e sua equipe perceberem que queríamos ver a mesma coisa (o coral, a escola, o elenco original), então, depois voltamos ao McKinley. 


Mas todo show tem a sua hora para acabar e, com Glee, não foi diferente, já que no dia 20/03, tivemos um episódio duplo, que contava desde o início da série (2009) até o ano 2020 (Dreams Come True).

Terminamos essas 6 temporadas com Rachel ganhando um Tony, grávida, casada com Jesse St. James, Kurt e Blaine estão super felizes (como todos da série), Sue é vice presidente dos EUA e o auditório do McKinley foi uma homenagem a Finn Hudson. Apesar de sabermos algumas coisas sobre outras personagens, como Mercedes que abriu a turnê mundial da Beyoncé e Tina e Artie que estão juntos, senti que faltou falar de Quinn, Santana e Brittany, Puck e, até mesmo, do Mike.

Não que o final não tenha sido bom.  Achei maravilhoso mostrar um pouco do que era o Glee na época do Sr. Schuester. Em dois episódios, a série brincou com passado, presente e futuro.

Antes de ser uma “série musical”, Glee era uma série de liberdade, de ser o que se é, de identidade. O discurso feito por Sue não poderia ser mais verdadeiro “glee, em sua tradução mais livre, é sobre libertar-se para a alegria” e esse foi o propósito da série, desde o seu piloto em 2009, até o dia 20/03/15.


E eu, nunca, escrevo sobre um episódio de Glee, mas The Quarterback foi tão esperado que seria, praticamente, um absurdo não falar sobre ele no Seriáticos.

A série sofreu um baque enorme, quando, em julho (13/07), o ator Cory Monteith foi encontrado morto em seu quarto de hotel, no Canadá. Morte que foi resultado de uma overdose e o 3º episódio desta temporada (5ª) foi uma homenagem ao personagem dele na série, o inesquecível Finn Hudson.

Não foi um episódio fácil de ser produzido, afinal, ali, os atores não estavam lidando, apenas, com seus personagens, mas com pessoas de verdade, que, também, estavam sofrendo com a morte de um amigo. Nós, também, passamos por isso: vimos o discurso de Lea no Teen Choice Awards, vimos – e ouvimos – as palavras de Jane Lynch, assistimos aos depoimentos dos atores e tivemos vários vídeos de homenagens ao ator.

Maaas...voltando à série: o episódio não deixou NADA a desejar. Começamos com a “nova geração” cantando a música Season of Love, ao lado da “velha geração” de Glee – todos, exceto Rachel.

Não tivemos uma participação muito ativa dos novatos e, tampouco, de Blaine e Tina. Além disso, Artie e Sam, também, poderiam ser mais participativos. E senti falta de Quinn e Brittany

Logo, temos uma imagem de Finn e, então, ele vira o tema da semana no clube de Will Schuester.

A partir daí, as coisas só melhoram. A performance de Amber Riley (Mercedes) com a música I’ll stand by you (que, por sinal, é uma música maravilhosa) foi, simplesmente, perfeita.

Mas, talvez, Puck tenha sido a maior surpresa. Sempre soubemos que a fraqueza do garoto não era uma ou outra garota, mas, sim, Finn. Ele, sempre, teve medo de perder o melhor amigo, de acabar, mesmo sem querer, se esquecendo do que era sem Hudson. A conversa dele com a treinadora Beiste foi uma das melhores cenas.

Mas, até aí, estava, quase, OK.

E, então, temos a cena com Carol que não conseguia superar a perda de Finn. Mas, afinal, que mãe consegue, não? Como uma mãe continua respirando depois de receber uma notícias dessas? – dizia a personagem, que, além de um grande amigo, perdeu seu único filho e, então, conseguiu nos passar uma das melhores cenas – arrisco a dizer – das 5 temporadas.

E, ainda, vemos Santana cantando If I Die Young. Essa música já é muito intensa e Naya Rivera conseguiu transmitir mais do que algumas palavras com notas e melodias. O choro desesperado de Santana estava ali para nos relembrar que, aquilo, estava muito além de um episódio qualquer, de uma continuação.

Entretanto, faltava Rachel, ou melhor, faltava Lea Michele. Sim, porque quando Rachel Berry entrou naquela sala para cantar Make You Feel My Love foi mais do que uma despedida a Finn. Naquele momento, era Lea  se despedindo de Cory Monteith.
Glee, até então, nunca tinha sido tão honesta como neste episódio.

Para encerrar, Schuester chora nos braços de Emma, segurando a velha jaqueta de Finn, o que nos lembra de todos os momentos que tivemos com Finn Hudson, que via em Will um professor, um pai, um irmão, um amigo.

A série entrará em um hiato e retornará no dia 07/11.

“The show must go...all over the place...or something” – HUDSON, Finn.


Com “All You Need is Love”, ao fundo, o novo vídeo promocional de Glee foi divulgado prometendo ser a maior performance.

A homenagem à banda britânica será em um especial de dois episódios, que, ainda, contarão com a presença de Demi Lovato, como novo affair de Santana Lopez, interpretada pela atriz/cantora Naya Rivera.

A série retorna no dia 26/09 e terá um episódio especial a Cory Monteith previsto, apenas, para o dia 10/10.

O vídeo recebeu o nome de Come Together. 


Já não é uma novidade, mas, a quinta temporada de Glee começará com um tributo a, simplesmente, uma das maiores bandas do século XX: Beatles.

Serão 2 episódios. O primeiro recebeu o nome de Love, Love, Love, onde veremos algumas decisões de Kurt e Blaine, enquanto Will Schuester organiza a homenagem ao quarteto inglês. Nisso, ainda, teremos uma reviravolta na vida de Rachel.

Já o segundo episódio se chamará Tina in the Sky with Diamonds, em que Tina será indicada à rainha do baile, mas suas atitudes despertarão outras perspectivas sobre a garota. Enquanto isso, Rachel começa a trabalhar com Santana.

O Hollywood Reporter divulgou as 14 músicas que farão parte do tributo.

- Yesterday;
- Drive My Car;
- Got To Get You Into My Life;
- You’ve Got To Hide Your Love Away;
- Help;
- A Hard Day’s Night;
- I Saw Her Standing There;
- All You Need Is Love;
- Get Back;
- Here Comes The Sun;
- Something;
- Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band;
- Hey Jude;
- Let It Be.

Glee começará sua quinta temporada com um tributo aos Beatles. Serão 2 episódios (os primeiros), que antecederão a homenagem ao ator Cory Monteith, que faleceu em julho deste ano.

Além disso, a cantora Demi Lovato entrará no novo ano, a fim de interpretar o novo affair de Santana Lopez (interpretada por Naya Rivera).

Assista ao promo dessa nova temporada, com o ator Darren Criss:


Vale lembrar que o personagem interpretado por Monteith, Finn, morrerá na trama, porém não será divulgada a causa de sua morte.

Desde o dia 13 de julho, os fãs de Glee fazem essa pergunta, esperando que Finn Hudson, personagem interpretado pelo ator, tenha um final digno – alguns vão além do personagem, sentindo tanto por Finn não ter o seu final feliz com Rachel Berry, como por Cory não ter o seu final feliz com Lea.

Mesmo quem não é fim de Glee sente pelo ator – tudo bem, gente, isso é empatia – e, para amenizar um pouco as coisas, dar tempo para que todos se recuperem e conseguir reescrever – ou tentar – uma nova 5ª temporada, a produção começará uma semana depois do previsto, indo ao ar no dia 26/09.

Já foi divulgado que o personagem morrerá, assim como seu intérprete. Dessa forma, no início da nova temporada, teremos de cara, um episódio duplo especial aos Beatles e, no terceiro episódio, Ryan Murphy começará a falar sobre Finn.

Aliás, Ryan deu entrevista ao TVLine, onde conta um pouco mais sobre o que acontecerá com o seriado.


Segundo o criador, Lea escolheu levar o show adiante, ela deu as cartas, quando perguntada sobre o que queria fazer, ela teve a opção de sair da série, porém “ela quer estar com as pessoas. Essa família é sua família. Ela quer estar com o elenco e a equipe”. 



Murphy, ainda, disse que, aparentemente, Monteith estava bem e realçou a dificuldade que passaram por Cory ser um dependente químico.

A grande dúvida, ainda, é como será tratada essa morte de Finn, dentro de Glee e o que virá depois. Será que a série manterá o seu alto nível de audiência? Qual será a reação dos fãs, quando essa inevitável morte acontecer? Qual será o destino de Rachel? São perguntas que só serão respondidas quando a 5ª temporada estiver no ar e, claro, não é fácil escrever sobre a morte de um amigo, porém esperamos que a série dê a Finn o que ele merece.

PS: no dia 25/07, os atores e a produção – todos os envolvidos, direta ou indiretamente, na série – fizeram um memorial ao ator, relembrando histórias e músicas que o deixaram inesquecível.

No último fim de semana, o cenário seriático sofreu um dos maiores baques: na noite do sábado (13/07), o ator Cory Monteith foi encontrado morto no quarto de hotel, em que estava hospedado, em Vancouver, Canadá.

Um caso que, ainda, não foi solucionado pela polícia, mas que tudo indica que o intérprete de Finn, em Glee, sofreu uma overdose.

Devido a esse ocorrido, vários artistas prestaram suas homenagens e declarações a Monteith.

Entre eles, estão os atores Curt Mega e Riker Lynch, que postaram, no youtube, um vídeo, onde cantam a música The Scientist da banda Coldplay.



Olá, pessoal! Dessa vez resolvi fazer algo diferente aqui no Seriáticos, separei algumas das principais notícias desta semana relacionadas ao mundo das séries e fiz aqui um post falando brevemente sobre estas.

Tentei fazer algo um pouco mais dinâmico, com várias imagens e com textos mais curtos que abordam o que é mais importante em cada acontecimento. É algo que ainda tenho que aperfeiçoar, mas espero que vocês gostem da idéia!

Como estamos em época de casting para episódios pilotos, todas as notícias são relacionadas a escolha de atores para novas séries ou novas temporadas. Fique atento se você for fã de The Walking Dead ou Glee! Algumas notas irão agradar os fãs destas séries!

Martin Lawrence de volta à TV

O ator Martin Lawrence (foto ao lado) deverá estar de volta às telinhas no ano que vem.

Lawrence, conhecido por filmes como Bad Boys e Vovozona será protagonista em uma nova comédia da emissora CBS.

Martin interpretará um viúvo de 46 anos que, após perder seu emprego tentará realizar um sonho antigo de ser policial e entrará para uma academia de polícia.


Aimee Teegarden em piloto da CW


Aimee Teegarden, a atriz que interpretou Julie Taylor em Friday Night Lights fará um piloto para a emissora CW.

O novo projeto da emissora,baseado em uma série de livros da Kiera Cass, é descrito como um romance épico que se passará 300 anos no futuro.

Sarah Fain e Elizabeth Craft, que já escreveram episódios de The Vampire Diaries, são os responsáveis pelo roteiro do piloto.

Novidades no elenco de The Walking Dead

Quem acompanha os quadrinhos de The Walking Dead já deve estar familiarizado com o personagem "Governador".

O ator britânico David Morrissey (de State of Play e Meadows) foi o escolhido para interpretar este personagem nas telinhas. David começará a trabalhar na série na primavera norte-americana, quando começarão as gravações do show em Atlanta.

[Alerta de Spoiler] O personagem será o líder de um novo grupo de sobreviventes e entrará em conflito com Rick os outros sobreviventes.

Criador de Glee e ator de Se Beber Não Case em nova série

Ryan Murphy, o criador de Glee, contará com Justin Bartha (conhecido por sua participação em Se Beber Não Case) no elenco de sua nova série que será produzida para a NBC.

A série em questão se chamará The New Normal  e contará o dia-a-dia de um casal homossexual que está tentando adotar um bebê.

Murphy será o diretor do episódio piloto e terá participação no show como produtor executivo.


Criador de The Walking Dead e "Peter Petrelli" em nova série

Milo Ventimiglia, ator que interpretou o protagonista de Heroes, Peter Petrelli, trabalhará com o criador da série The Walking Dead, Frank Darabont.

A série em questão se chamará L.A Noir e terá seu episódio piloto dirigido e escrito por Darabont, que também será produtor executivo do show.

O seriado se passará em Los Angeles, entre 1940/50 e retratará o conflito entre o policial William Parker e o mafioso Mickey Cohen. 

Ventimiglia interpretará um ex-marine que serviu na segunda guerra mundial e agora é um advogado que trabalha para a máfia.

Para quem é fã de Glee, essa é para você! A nossa fanática por série Luciana que tem um blog e twitter, escreveu um review do episódio 10 da terceira temporada dessa série musical que é fenômeno mundial! Vale lembrar também que quem quiser mandar um review de QUALQUER série, ou queira participar de outras maneiras no nosso blog, mande um email para seriáticos@gmail.com! Agora com vocês, o review! Boa leitura!

Se você ainda não viu o episódio 3x10 de Glee, não leia esse post, pois ele contém spoilers! Depois não diga que eu não avisei.

Só hoje (de madrugada) consegui assistir ao último episódio lançado de Glee, que foi ao ar nos EUA no dia 17, e parece que o hiatus fez muito bem à série! Já fazia um tempo que Glee não apresentava um episódio tão bom!

“Yes/No” começa com um remake da famosa (e fofa!) cena de “Summer Nights”, do filme “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”. Mercedes e Sam comandaram os vocais, contando – e cantando – seu casinho de verão. A cena teve direito até à memorável pose do John Travolta no final. Faltou só mexer o quadril, Sam, mas tá valendo!


Becky, braço direito da treinadora Sylvester, ganha um destaque inesperado nesse episódio. Além de aparecer bastante, ela narra algumas partes, então podemos saber direitinho o que se passa na cabeça dela. O fato é que ela começa a ter uma quedinha pelo Artie e convida ele pra sair. Ele fica um pouco assustado no início, mas depois concorda em levá-la pra jantar no Breadstix e eles acabam se divertindo muito juntos.

Só que a Becky, rapidinha do jeito que é, quer logo avançar o sinal com ele, e manda via sms uma foto "do que o espera mais tarde". Sacaram, né? Claro que depois dessa o Artie fica apavorado de verdade e resolve dizer pra ela que ele só quer amizade.

Diferente da Becky, quem se deu bem foi a treinadora Beiste, que acabou casando com Cooter numa daquelas capelinhas tipo as de Las Vegas, em que você chega e casa. A Pumpkin Emma, claro, fica feliz pela amiga, mas preocupada, porque acha que Will nunca vai pedir sua mão em casamento. E aí vem uma ceninha dela cantando "Wedding Bells" e eu ri alto com a Beiste e a Sue de damas de honra, com aqueles chapéus horrorosos (uma clara referência ao casamento real).


Logo depois disso, o Mr. Schue resolve pedir a Emma em casamento. Que timing, hein? E ele pede ao New Directions que dêem sugestões de como ele deve propôr, porque é claro que ele não pode fazer isso da maneira convencional, tem que ter um número teatral por trás! 

O Glee Club começa a mostrar as sugestões pro Mr. Schue. E aí vem uma cena maravilhosa do Artie cantando um mash-up de "Moves Like Jagger" e "Jumpin' Jack Flash", que fica melhor ainda por conta do Mike Chang e do Will dançando juntos mais uma vez. Logo depois de recusar a sugestão do Artie, o Will vai comprar a aliança com o Finn, e o chama pra ser o padrinho do casamento. Daí o Finn revela que tá pensando em seguir carreira no exército (WTF?).

Depois é a vez das meninas mostrarem o que criaram pro Mr. Schue e elas emocionam muito cantando "The First Time Ever I Saw Your Face". Enquanto cantam (e choram), elas ficam lembrando dos seus amados e nós acompanhamos o flashback de cada uma. Rachel, claro, está pensando no Finn; Santana pensa na Brittany; Tina pensa em Mike (um pequeno parêntese: lindo o flashback deles! Como eles, tão discretos e secundários, conseguiram se tornar o casal mais fofo da série?); mas Mercedes, ao invés de pensar no namorado, pensa em Sam, mostrando que "ainda há faísca", como diz Rachel.





Depois das fofurinhas, acabam acontecendo uns dramas: Will pede a permissão dos pais da Emma para pedí-la em casamento e eles colocam minhocas na cabeça dele, por causa do TOC dela, e fazem ele duvidar da sua decisão; Finn descobre que seu pai não morreu em guerra como ele sempre pensou, mas sim de overdose (mas pelo menos ele desiste da história de se alistar); e a Emma acaba confrontando Will, pois ele precisa decidir se quer ficar com ela e encarar os problemas ou não.

Pra quebrar um pouco o clima pesado, Rachel canta "Without You" apaixonadamente pro Finn. A música mexe com todos, inclusive com Mr. Schue, que finalmente decide que quer casar com a Emma mesmo (êêê!). Daí o Sam, que acabou de entrar pra equipe de nado sincronizado (SERIOUSLY, SAM?) dá uma ideia original pra ele!

Will leva Emma até a piscina do colégio e lá está todo mundo do Glee Club, que começa a cantar e dançar "We Found Love" pra ela. Depois Will tem uma cena meio Jesus e vai andando sobre a água (brinks, tem uma plataforma invisível) até Emma e pede a mão dela. Eu confesso que esperava mais dessa cena. Já tinha visto fotos e ficado empolgadíssima. Mas, gente, o figurino das meninas, em estilo navy, tá perfeito! 


Finalizando, o Finn resolve virar homem (PASMEM!) e pede a Rachel em casamento! Acho que foi a decisão mais sensata que ele tomou nos últimos tempos. Tá que ela tem seus defeitos, mas ela é a Rachel! Se uma menina como ela fica com um cara babacão como você, você tem que segurá-la! Sem falar que ela torna o Finn uma pessoa melhor.

O episódio termina com a Rachel fazendo aquela careta de num-tô-entendendo que só ela sabe fazer. É isso mesmo, ela não dá uma resposta. Mas a julgar pela cara dela, eu acho que ela vai dizer não. (TE MATO, MULHER!)

E vocês, o que acharam do episódio? E qual vocês acham que será a resposta da Rachel?