>

Seriáticos Vlog #6!

Assista ao vlog com o review da segunda temporada de Game of Thrones!

>

Entrevista exclusiva!

O Seriáticos entrevistou José Roberto Torero, roteirista da nova série de(fdp) a nova série da HBO

Novo promo de Supernatural!

Assista ao primeiro promo da oitava temporada de Supernatural!

>

10 séries mais vistas da última Fall Season

Descubra quais são as 10 séries mais vistas no momento!

>

Efeitos especiais em cenas que você nem imagina!

Descubra como e onde é usado o Chroma Key!

Trailer da 3ª Temporada de Hannibal


Transmitida pela NBC, Hannibal é uma ótima série para qualquer momento.

Com encontros e desencontros e um final (não tão) surpreendente da segunda temporada, a série retornará na summer season.

The Walking Dead: Retorno da 5ª Temporada


Uma das melhores temporadas de The Walking Dead estará de volta no dia 08/02.

O trailer conta com 30 segundos e cenas não muito reveladoras, sobre o que a temporada, ainda, tem a oferecer:

American Horror Story: 5ª Temporada


Apesar do declínio em relação às primeiras temporadas, American Horror Story foi renovada e há novidades sobre o quinto ano.

John Landgraf, CEO do FX, confirmou uma grande mudança, segundo ele “uma reinvenção inédita da 4ª temporada para a 5ª. Maior que da 3ª para a 4ª”.

Quando perguntado sobre temas e elenco, Landgraf disse que, até sabe o que é, mas deixará Ryan Murphy fazer a série do seu jeito.  O CEO, ainda, disse que “eu sei algo sobre as personagens e algo sobre tom e período, mas eu não sei, ainda, sobre o elenco”.

Review – Grey’s Anatomy 11x07 / 11x08: Can We Start Again, Please? / Risk


Episódios com gosto de recomeços e despedidas. Em can we start again, please? Conhecemos um pouco mais da vida de Amelia Shepherd e as várias coisas que a garota passou. Já sabíamos de grandes partes dos acontecimentos com Amy, mas, quanto a parte do assassinato do pai, ainda não tínhamos muitos sinais.

E, claro, começamos com tudo ligado ao caso: uma casa incendiada, um senhor que tentou servir de cama elástica para a mulher, acreditando que ela já estava morta, uma filha tão preocupada com os pais que pediu a troca de médicos, pois já conhecia Amy e todo o desenrolar com o drama do dia.

Apesar de termos outras tantas histórias, Amelia foi o centro do episódio e, em Risk, além de tudo isso, a médica, ainda, recebeu total apoio de Owen. Será o novo par de Hunt? A “substituta” de Cristina?

As discussões, vai e vem de Arizona e Callie estendem-se por temporadas. É incrível como, a cada momento, surge algo na vida das duas, que acaba puxando para uma nova briga e separação: acidentes, perna amputada, traição...e, claro, não seria diferente dessa vez. Pelo menos, Arizona tentou fingir, por alguns momentos, que estava tudo bem entre as duas, para entrarmos na doença de Herman.


Herman chegou de repente no Grey Sloan e tornou-se carrasco de Robbins, até descobrirmos que ela possui um tumor no cérebro, que estava tirando o sono de Arizona. Depois de muito procurar e fazer para chegar às minúcias da doença de Herman, terminamos com Amy dizendo que acha que o tumor pode ser removido. Um tumor que ela nem deveria saber.

Linkado à Herman, temos o bebê de April e Jackson, que em meio a um ultrassom, realizado por Stephanie, mostrar sinais de malformação, com ossos frágeis. Shonda Rhimes não poderia dar um momento de “paz” à série.

Pulando algumas coisas que achei um tanto secundárias, como Bailey, Wilson e Karev, vamos para Meredith e Derek. Vemos o relacionamento, lotado de altos e baixos, dos dois há 11 temporadas e, talvez, agora, seja o momento de nos despedirmos do casal. Derek, de certa forma, empurrado por Mer, decidiu aceitar o trabalhar em Washington, com o presidente (o mesmo Derek que quase sabotou o emprego da irmã, para ficar com o cargo dela) e tivemos, assim como Grey, a visão de vários momentos, como se, ali, tivéssemos que nos despedir de Meredith.

Grey’s não é a mesma Grey’s, mas, apesar de tudo o que aconteceu, é inegável que a série, quando acabar, fará muita falta.

PS: esperei Cristina entrar na casa, quando Meredith, Karev, Pierce e Callie estavam lá, mesmo sabendo que isso não aconteceria.

Review – Bones 10x09 /10x10: The Mutilation Of The Master Manipulator / The 200th In The 10th


Talvez seja todo o blablabla de final e início de ano, mas eu realmente gostei de The Mutilation Of The Master Manipulator. Aubrey está ganhando um destaque incontestável e ele provou, melhor do que em qualquer outro, que merece tudo isso.

Em certo ponto, o substituto de Sweets chegou a surpreender Brennan , mostrando o seu conhecimento e “se gabando” sobre ser bom em química, tudo com pitadas bem acentuadas de bom humor, que, querendo ou não, é uma marca do seriado.

Enquanto isso, Booth estava preso em sua mesa, tentando passar no teste de trânsito e, mesmo que com uma pequena dose, pareceu estar um pouco aliviado de deixar Aubrey cuidar do caso com Bones, devido à teimosia da antropóloga.

O caso pode não ter sido tão inteligente (eu já meio que suspeitava e que a louca dos pássaros fosse a culpada), mas focou em uma área até interessante: testes humanos. O professor assassinado queria provar que, até as melhores pessoas, se pressionadas em determinadas situações, seriam capazes de cometer algum ato cruel...e provou. Com uma pesquisa dessas, é até bobo que ele tenha sido morto porque seu gato estava comendo os passarinhos.


E, em The 200th In The 10th, o episódio especial, comemorando a 200ª visita de Bones às telinhas, tivemos diversas participações, de...todo mundo, inclusive o pai de Angela, que, ao decorrer de todos os anos, não apareceu tanto. Também, o Sr. Brennan estava lá, como comandante.

Uma pequena inversão de papéis: Booth como ladrão de joias, Brennan como detetive, Angela como uma espécie de secretária, Cam era uma empregada / ladra / assassina e Hodgins era o único que trabalhava, diretamente, ligado à ciência. Ah, não vamos nos esquecer de Aubrey, um filhinho de papai, que não fazia nada...e tivemos quase todos os estagiários, inclusive Jessica como cantora.

O modo como quiseram comemorar foi bem interessante, como um filme da década de 50 (Pretty Little Liars fez quase a mesma coisa no 100º episódio, um especial), desde a abertura, até os créditos, passando por figurino, maquiagem, tudo...foi tudo muuuuito bem pensado e deixou a atração incrível.

O caso foi o de menos, não estávamos muito interessados nos culpados (a Cam), queríamos a história completa, o final feliz, o vilão que, na verdade, é o Robin Hood e a mocinha que, depois de tanto tempo, dá o beijo em seu amado. E tivemos tudo isso, além da ação, do avião quase caindo, de um piloto atrapalhado, de um jornalista (Bray) intrometido. Tivemos tudo.

Se a genialidade contasse pontos, de 0 a 10, The 200th In The 10th receberia, no mínimo, um 8.

Demorei muito tempo para ver todos os episódios da temporada e não consegui cumprir a minha meta de terminá-los antes de 2015, mas consegui e, entre altos e baixos, posso dizer que Bones, ainda, é uma boa série.


Review – Bones 10x07 / 10x08: The Money Maker On The Merry-Go-Round / The Puzzler In The Pit


Mais um episódio com o Dr. Wells e o que deveria ser uma competição, algumas vezes parece ser meio irritante. Ele foi colocado ali como um desafio, mas nem sempre é um (na verdade, nunca é, afinal, como Brennan deixou bem claro, é o dever dela destruí-lo, enquanto ele estiver no Jeffersonian).

Não achei o caso muito bom e, tanto suspeitos, quanto culpados, me pareceram óbvios: um cara ricaço da Wall Street morto por seu colega de trabalho, por causa de...dinheiro. Ainda assim, foi ótimo para conhecermos mais da vida de Aubrey e ver o quanto ele tem em comum com Bones. Os dois foram abandonados pelos pais, que eram criminosos e tiveram que aprender a se virar. A grande diferença é que o pai de Bones voltou a ajudou a fugir da polícia, quando ela precisou e, pelo jeito, o de Aubrey nem pensa em fazer isso.

Brennan ficou, como poucas vezes, desconcertada em relação ao que ela mesma ensinou a sua filha em um dos momentos mais chatos de uma criança, a hora que ela aprende a soltar pequenos palavrõezinhos, que parecem tão inofensivos, que, sequer, são levados em conta.

A grande mudança quanto ao episódio passado é que voltamos as atenções ao casal Brennan-Booth e, não que isso seja ruim, mas acho que podemos ter um pouco mais de episódios que deem foco a outros personagens.


E em the puzzler in the pit, demos boas vindas a Seeley Lance Wick Sweets.

Adorei ter visto Daisy de volta, pois, de certa forma, deu pra sentir Sweets ali, como se, de repente, ele fosse entrar pela porta do Jeffersonian, com suas teorias psicológicas, quase desvendando o caso.

Falando em caso, o episódio encontrou algo que não é muito focado: o mal de Alzheimer. Foi tudo bem escrito, desde o corpo encontrado no meio do ácido, até a descoberta do assassino, que era um filho abandonado e não reconhecido, passando por apostas, perda de dinheiro, perda de confiança, perda de memória.

Mas, na verdade, o caso ficou em segundo plano, completamente. A atenção voltou-se à Daisy e, com ela, permaneceu até o final. Conhecemos a doula, que esperava um parto de luz, por assim dizer, vimos de perto o quão céticos, os squints são sobre os meios alternativos e tivemos um vislumbre de uma série que cresceu (não, exatamente, melhorou).

Também, demos de cara com Aubrey no comando, impedindo que Booth, mesmo sem querer, tivesse uma recaída.

Podemos falar e falar sobre o episódio, mas tudo resume-se a Seeley Lance Wick Sweets.

Review – Bones 10x05 / 10x06: The Corpse At The Convention / The Lost Love In The Foreign Land


Essa coisa de colocar um dos squints ou Booth como suspeitos de um crime, já está ficando enjoativa.

O que valeu a pena foi ver Sean Gunn, novamente, na telinha. O cara interpretou o inesquecível Kirk, em Gilmore Girls, e, agora, apareceu em Bones, quase como uma versão científica de Kirk...

O caso foi bobo, fraco: uma morte na Convenção Nacional de Ciência Forense, onde parece que várias formas de assassinato foram usadas: incêndio, golpe armado, agressão...enfim, muitas coisas para, no fim, ter uma solução um tanto sem graça. Para os amantes de planos mirabolantes, o episódio foi maravilhoso.

Infelizmente, ainda, vemos Aubrey correndo atrás de Booth, como se quisesse uma aprovação, e ele é um bom agente, é engraçado e, a cada episódio, mostra-se mais fiel (exceto no momento, em que ele começou a suspeitar de Hodgins [teve que ser parado por Booth])

Apesar da falsa “acusação” a Hodgins, o clima do episódio foi leve, como se os próprios roteiristas brincassem com o fato de indicarem, mais uma vez, um dos good guys para a forca.

Vale a volta de Bray, que, portador de câncer, está lutando contra sua doença há muito tempo. Tê-l, ali, no meio do Jeffersonian foi, quase, uma volta ao tempo. Vale, também, as piadas de Brennan, com pontos de vista e públcios diferentes, além de termos conhecido algumas pessoas que não pertencem ao universo comum e arriscam-se a criar coisas e coisas para pessoas como nossa Temperance.


Com the lost love in the foreign land,entramos em um, na minha opinião, excelente caso, sobre tráfico de pessoas.

Tivemos a morte de Min Yung, uma pessoa vinda de Yanbian, traficada por uma entidade disfarçada, com “boas ações”, e uma grande corporação, milionária, comandando tudo. Abordar esse tema é, de certa forma, comum (Law & Order SVU, por exemplo, sempre, pega esse tipo de caso para jogar em novas investigações), porém, acredito, que é bom relembrar, às pessoas, como certas coisas ocorrem, uma vez que, ainda bem, não vivemos nesse universo clandestino.

Min Yung foi morta por uma “amiga de tráfico”, desesperada, com medo de que sua filha fosse morta, de que sua família pagasse, querendo ou não, por um “erro” de outra pessoa, afinal, é muito mais fácil fazer ameaça que usar correntes.

Destaque merecido (e há muito tempo não dado) à Cam e Arastoo. Achei interessante adentrar o relacionamento deles, já que, quase todas as vezes, acabamos vendo Angie & Hodgins ou Brennan & Booth. Mas, mais merecido, foi o destaque dado a Aubrey, já estava na hora de mostrarem um pouco mais do novo agente, que está tentando alcançar Booth. Apesar da pequena bobagem dita no início do episódio, sobre publicidade, em cima dos outros, Aubrey foi o mais afetado por toda a história. Ele não precisa vivenciar algo, para ter empatia, ele só precisa sentir...e Aubrey mostrou que não está de passagem por Bones e que, também, não está brincando com os casos.

A torcida é para que Bones me mantenha suuuper interessada, sempre atingindo o nível da série, para darmos os créditos necessários à tamanha genialidade.

Bones 10x03 / 10x04: The Purging In The Pundit / The Geek In The Guck


Não é fácil perder um amigo, ainda mais quando ele, além de ser um grande amigo, é seu parceiro de trabalho, de quase confidências, de conhecimento…é, simplesmente, seu parceiro para tudo, por isso, entendemos Booth e a relutância dele em aceitar Aubrey na equipe.

O episódio, na minha opinião, segue o nível dos outros, que estão um pouco abaixo do mediano, porém acredito que em the purging in the pundit ficou muito mais visível a mudança de Brennan e Booth. Ela deixou de ser completamente racional, dando exemplos dela tentando usar a psicologia e a existência de um deus que não acredita, para fazer com que o marido recupere, pelo menos, um pouco do que ele tinha; e ele, que leva rasteira após rasteira, mas, ainda assim, consegue ver, através de Temperance, outros motivos para dar continuidade à vida.

Achei o caso um pouco chato, simplista, nada suuper, que me faça bater palmas. Na verdade, acredito que foi um caso criado para quebrar aquela sombra que, ainda, pairava sobre os fãs, após a morte de Sweets. Foi engraçado, fez algumas menções e voltamos com o “King of the lab”. Uma pequena distração para o final do episódio anterior.

Aí saímos de lá e entramos em the geek in the guck, onde conhecemos Hayes Robertson e sua loucura por controle.


Achei o caso interessante, mostrou o interior dos jogos de video game que tanto fazem sucesso nos dias de hoje. Na verdade, não só isso, o episódio tratou sobre a tecnologia de forma geral: uma morte, na qual a arma do crime estava com sensores de movimento; um rapaz que nunca conheceu a sua namorada, simplesmente, falou com ela pela internet; uma pessoa que mal sai de casa, por causa de video games; um rapaz que dribla a internet para enganar seu melhor amigo. Foi tudo jogado na nossa cara, todo o lado ruim da tecnologia.

Assim, tivemos a visão de 3 relacionamentos: o casamento de Brennan e Booth, o casamento de Angela e Hodgins e Jessica e sua comunidade, quer dizer, cooperativa. De cara, notamos que a principal diferença entre os dois primeiros, além da linguagem usada com os filhos, é a o dinheiro, afinal, enquanto Booth e Temperance discutem sobre que escolinha Christine irá, Angela e Hodgins não tem muitas opções, na verdade, eles não tem nenhuma opção e Michael Vincent vai para a escola pública mesmo. Com Jessica, a diferença foi total, pois nenhum dos personagens foram criados emu ma cooperative (talvez, Angela tenha tido uma infância mais nesse nível, com seu pai sendo um rockstar, mas não é a mesma coisa) e despertou o interesse de todos, até de quem não tinha nada a ver (na verdade, nenhum deles tem algo a ver com a vida pessoal dela), para, no final, ser acolhida por Angie e Hodgins.

Em uma conversa boba entre Brennan e Angela, fica evidente o crescimento das personagens, com a frase “agora falamos de crèche e, não, de sexo”. A evolução que cada integrante de Bones passou no decorrer dessas temporadas.

Eu, sempre, espero mais e mais de Bones e é inútil dizer que não sinto aquela ansiedade que sentia quando estávamos no início da série…o que vale é que ela, de uma forma ou de outra, sempre prende o telespectador.