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Entrevista exclusiva!

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CBS: Renovações


CBS não fez muitas surpresas e renovou, logo, Under the Dome e Extant.

Under the Dome é uma série inspirada em um livro homônimo de Stephen King e, apesar da audiência ter caído um pouco em seu segundo ano, a série continua em alta. Extant é uma produção de Steven Spielberg e conta a história de uma astronauta, que tenta recomeçar sua vida, porém tudo o que viveu acaba mudando o curso da humanidade.

Por outro lado, Reckless, que já começou com pouca audiência, foi, de vez, cancelada.

Review – Bones 10x01 / 10x02: The Conspiracy In The Corpse / The Lance To The Heart


Acredito que perdemos um bom personagem à toa. Afinal de contas, todas as super conspirações e serial killers que Bones está nos apresentando nos últimos tempos estão meio jogados e terminados como uma coisa boba.

Acompanhamos essa conspiração dentro do FBI, desde a temporada passada e vimos tudo acontecer muito rápido nos últimos episódios, como se tivesse sido inventado há pouco tempo. Tempo suficiente para que os telespectadores mostrassem um pouco mais de interesse e, agora, vimos toda a conspiração derrubada em dois episódios de forma mais rápida ainda.

Começamos o décimo ano com Booth preso, o que já esperávamos após ele matar 3 agentes que estavam cumprindo ordens. A partir daí, nos vemos em um emaranhado de coisas, como o quanto Christine cresceu, a gravidez de Daisy, os colegas de prisão de Booth e como Brennan se desenvolveu para salvar seu marido. Aliás, foi com a chantagem de Brennan que, finalmente, demos o pontapé inicial na décima temporada.

Quando Booth foi solto, sentimos que não tínhamos nada, não tínhamos a que recorrer para acabarmos com a conspiração toda e todas as peças foram se juntando, se formando, e nos levando a Sanderson e Durant, tudo através de um único corpo, o de Cooper.

Fomos apresentados a um novo personagem: James Aubrey, que pode, ou não, ter chegado para ocupar o lugar que, antes, pertencia a Sweets. James que, em alguns momentos, tomou as rédeas da situação e mostrou para onde deveriam seguir, que encontrou o assassino de Sweets e que ajudou a derrubar tudo o que os squints e Booth estavam enfrentando.


No final, descobrimos que Durant, que não passava de um adorador do velho patriotismo elitista coordenava tudo, com provas, chantagens, documentos. Logo Durant que, de início, parecia mais perdido que qualquer um dos investigadores e tão bobo que não daria nem pra desconfiar, mas essa tática de que o culpado é o menos visto já não funciona tão bem, uma vez que ela sempre é usada.

Não foram episódios ruins, só não foram o ápice da série. Sem dúvida alguma, poderiam ser melhores, mas não foi dessa vez, não foi o que conseguiram criando uma super conspiração no FBI, que terminou de forma tão boba, que quase não deu para reconhecermos todo aquele esforço que levou Booth à prisão e Sweets à morte.

Talvez, ainda, não seja a hora de Bones mostrar sua volta triunfante.

Review – Pretty Little Liars 5x11 / 5x12: No One Here Can Love Or Understand Me / Taking This One To The Grave


Nesses dois episódios aconteceram tantas coisas, então tudo será dividido por partes, começando pela confissão de Melissa.

Desde a primeira temporada, tivemos certeza de que Melissa estava envolvida em alguma coisa referente ao sumiço de Alison, só não sabíamos que ela tinha visto e dado o gran finale de Spencer. O grande segredo de Melissa é que ela viu a irmã com uma pá e, depois, viu um corpo, achou que Spencer havia matado a garota e a enterrou. A pergunta, então, volta-se à Spencer: mas, por que ela estava andando com uma pá durante a madrugada no meio do nada?

E, saindo de Melissa, vamos para Caleb e o momento supernatural da série. Essa coisa de universo paralelo, vagalumes e tudo mais, ficou muito confusa e jogada no ar. Não deu pra entender o que tudo queria dizer. Qual a relação disso com –A? Qual a relação disso com qualquer coisa da história? Aliás, qual o sentido disso?

Mona apareceu muito mais nesses dois episódios, uma forma de podermos apreciar cada momento que a ex grande perdedora de Rosewood tinha. Achei bem legal esse entrosamento dela com as meninas, uma coisa, mais ou menos, esperada, mas que deu ânimo e dinâmico à série. Série que já estava caindo profundamente na monotonia.

Mas, então, vamos às liars. Emily, Spencer, Hanna e Aria estavam super animadas achando que contariam para a polícia sobre Alison, quando foram surpreendidas com um monte de televisores ameaçando-as com uma foto tirada na época que Hanna estava no hospital (quando ela quebrou a perna e Alison apareceu...o momento que, por vezes, achamos ser uma mentira). 


Acompanhamos, a partir daí, uma série de acontecimentos e novas parcerias. Toby voltou pronto para se formar pela academia de polícia, as meninas tornaram-se as líderes do “I hate Alison DiLaurentis” e Alison não deixou isso barato.

DiLaurentis, como se não bastasse tudo o que aprontou em todos os episódios, decidiu ir até a polícia e, praticamente, inocentar-se de qualquer crime, especialmente, da morte de Bethany. Morte, aliás, que recaiu sobre Spencer, mesmo com todo o esforço dela e das meninas para descobrirem a verdade. É...não foi dessa vez.

Todas se juntaram para descobrirem algo que ligasse Alison à Bethany, porém foi Mona que conectou tudo e descobriu a verdade. Segundo a ligação dela para Aria “eu sei que Alison é –A e agora posso provar”. Infelizmente, Mona não pode provar. A loira chegou antes de todo mundo e tirou a ex nerd dos habitantes de Rosewood, garantindo que, sequer, o corpo da menina fosse achado.

Acho incrível a facilidade de matar e esconder um corpo em Rosewood. Para uma cidade pequena, há pouquíssima comunicação entre os vizinhos, especialmente, se você está prestes a ser assassinado que, suponho, você não fique exatamente calado.

Olhem aí as grandes surpresas de Pretty Little Liars: Mona morta, Alison é –A (quase comprovado), Emily e Paige voltaram, Caleb estava em um outro universo, Toby estava se tornando um policial e sofreu um “acidente” de carro, Alison está criando um exército, já que perdeu a inteligente (Spencer), a leal (Emily), a admirável (Hanna) e a apaixonada (Aria).

Quem sabe o que Pretty Little Liars nos reserva em sua volta?

Review – Grey’s Anatomy 11x01 / 11x02: I Must Have Lost It On The Wind / Puzzle With a Missing Piece


Acredito que deva ter escrito isso no final da 10ª temporada, mas...quantas irmãs Meredith Grey tem pelo mundo?

Foram alguns acontecimentos que tivemos nesses dois episódios e a primeira tragédia da 11ª temporada: uma maca que, simplesmente, cai do telhado do hospital, acertando dois adolescentes, que estavam transando em um carro e, por sinal, um deles já era paciente do Grey Sloan, com câncer. Claro, coisas assim acontecem sempre no mundo de Shonda Rhimes.

O primeiro episódio chegou a ficar chato com a quantidade de dicas que tivemos de que Derek desistia de trabalhar no projeto da Casa Branca para ficar em Seattle com Meredith e os filhos. Parecia que eles queriam deixar óbvia uma coisa que já estava óbvia, assim como o “não gostar” de Meredith por Maggie, a substituta de Cristina que não fez muito esforço para que os novos colegas de trabalho gostassem dela. Aliás, ao que parece não fez esforço algum.

Os casos, como sempre, casaram direitinho com o momento das personagens principais. No primeiro episódio, tivemos o cara que ficou, no mínimo, 2 meses perdido no deserto e não suportava a ideia de ficar sem a esposa e a filha (descobrimos, ao final, que elas estavam vivas e tinham sido achados no dia seguinte que foram “abandonadas” pelo marido/pai), o que bateu com tudo que Sheperd tinha dúvida em sua vida pessoal. no segundo episódio, tivemos a mulher que, há dois anos, havia perdido uma filha e, agora, ganhava a chance de ser mãe de novo e não quis abrir mão disso, o que nos levava diretamente à história de Arizona e Callie, que, desde a temporada passada, falam em ter um novo filho, até Robbins conseguir uma chance de crescer profissionalmente.


E, de certa forma, todas as histórias, de todas as personagens, nos levam direto à Grey e Pierce. Achei prematura a atitude de Margareth de contar de uma vez para Meredith sobre Ellis Grey. Está certo que a primeira tentativa de fazer com que se tornassem quase super amigas não deu certo, mas dá menos certo você jogar em cima de outra pessoa um “eu sou sua irmã, nossa mãe me não me quis e me abandonou, mas temos o mesmo sangue”  e esperar um abraço no final de tudo. Assim como achei rude a atitude de Meredith, afinal, por que alguém inventaria ser sua irmã? De um certo modo, foi muita prepotência achar que pode ser o centro de tudo, apenas, porque não se deu bem com a novata.

Não é de hoje que eu falo, mas é sempre bom lembrar: Grey’s Anatomy é mais Grey’s Anatomy. Quase sem percebermos a série se tornou em um draminha normal e, com tantas perdas, pode não ser mais tão chamativa como antes. De qualquer modo, o que mantém todos os fãs ainda esperançosos e ansiosos por uma melhora é a lealdade de quem acompanha a série há 11 temporadas e não quer se despedir das personagens que os acompanham desde a adolescência.

HBO desiste da série Open


Open já era uma série esperada (admito que eu esperava ver, logo, Anna Torv de volta à tv), mas a HBO desistiu de comprar, por ora, a produção.

A declaração de Michael Lombardo, presidente da programação da HBO, foi a seguinte: “depois de uma colaboração tão triunfante (The Normal Heart), todos sentiram que Open não era o próximo passo para todos os envolvidos”.

The Normal Heart ganhou, recentemente, o Emmy de melhor filme para TV e conta a história de um grupo homossexual lutando pela cura da AIDS, logo no início da doença (anos 80), quando, ainda, era considerada o “câncer gay”.

Open já tinha em seu elenco a atriz Anna Torv, Scott Speedman, Jaimie Alexander e Michelle Monaghan e falaria sobre relações humanas e sexualidade. A série é assinada por Ryan Murphy, co diretor da famosa American Horror Story e diretor de The Normal Heart.

Ainda não há informações sobre a compra de Open por outro canal.

Review – Pretty Little Liars 5x09 / 5x10: March of Crimes / A Dark Ali


Já passamos muito tempo nisso (tempo excessivo até mesmo para assistir aos episódios), mas a diferença foi mínima. Mínima mesmo.

Mais um personagem entrou na história: Cyrus Petrillo, que assumiu toda a culpa pelo falso sequestro de Alison. Passamos uma boa parte de A Dark Ali acompanhando a história que envolvia Cyrus. Tudo para, no fim, descobrirmos que Alison tinha arquitetado cada parte , deixando, mais uma vez, as pessoas, no mínimo, desapontadas, já que cada hora ela fala uma coisa e faz outra.

Pretty litte liars, realmente, deveria inovar.

Mas, voltando aos episódios, também, descobrimos que Noel Kahn não é o cãozinho de Alison, que aparentou ser. Aliás, o rapaz está preparado para o dia que a DiLaurentis resolver se livrar dele, guardando (até Spencer pegar) fotos e gravações sobre os últimos anos em que a loira estava sequestrada/morta, comprovando que ela estava viva e preparada para fazer qualquer coisa.


Tivemos um breve lapso de uma das faces de Melissa, a da irmã preocupada que, basicamente, disse à Spencer que –A tem um futuro nada promissor para Alison & amigas. Seguindo essa coisa toda, tivemos Mona que parecia fazer parte do planejado Cyrus, tentando descobrir o que de fato acontecia ali, como alguém (quem quer que seja, mas que foi Alison) tinha conseguido achar o rapaz e tê-lo feito abrir a boca da forma como fez, coincidindo com a história contada pela loira.

E, ainda, descobrimos a relação entre Jenna e Sidney e, apesar de ser uma história que parece meio inventada, não temos muitos motivos para acreditarmos que seja mais uma mentira no meio do enredo.

Hanna, que era quase um caso perdido, voltou à ativa e, graças a ela, o casamento de Ella Montgomery com Zach não deu certo, nem chegou a acontecer. Depois, descobrimos que toda aquela coisa de Hanna tinha uma pitada de –A.

Ainda, estou atrasada com os episódios de Pretty Little Liars, mas acredito que não teremos tantas mudanças, que são esperadas há tanto tempo.

American Horror Story: Freak Show



American Horror Story despertou grande sucesso desde sua primeira temporada, a Murder House. Desde então, passamos, também, por Asylum e Coven. Agora, em 2014, estreará o quarto ano, com Freak Show.

A nova temporada contará a história dentro de um circo de horrores na década de 50, coincidindo com “forças do mal”. Palhaço macabro, engolidos de espadas, mulher de duas cabeças são alguns dos personagens que encontraremos.

Além disso, teremos, de volta, Jessica Lange, Sarah Paulson, Kathy Bates (que ganhou o Emmy 2014 de melhor atriz coadjuvante em minissérie), Gabourey Sidibe, Evan Peters, Frances Conroy e Angela Bassett.

American Horror Story retorna às telinhas em outubro.

Veja, abaixo, todos os teasers já divulgados:

















E o pôster:


HBO: O Cinema na TV


A HBO não está poupando esforços para conquistar, cada vez mais, os brasileiros e já está em fase de produção de sua nova série: Magnífica 70.

Em parceira com a Conspiração Filmes, a HBO Latin America contará a história da Boca do Lixo dos anos 70, época marcante pela ditadura e pela chamada pornochanchada, no centro de SP.

A história tem como protagonista Vicente (Marcos Winter), que trabalha na censura do governo (após ser preso por engano e libertado por um general, com algumas condições) e casado com a filha de um general. Em um dos filmes censurados, Vicente sente-se atraído por Dora (nome verdadeiro, Vera e interpretada por Simone Spoladore) e, então, começa a trabalhar com cinema na produtora Magnífica 70. O elenco, também, conta com Maria Luiza Mendonça, Adriano Garib, Paulo Cesar Pereio, Joana Fomm, Bella Camero, Rogério Froes, Stepan Nercessian, etc..

Por questões financeiras e logísticas – além do fato de muitos lugares já não existirem no centro de SP – as gravações ocorreram no Colégio Sagrado Coração de Jesus, Rio de Janeiro, onde os ambientes localizam-se (produtora, bar, etc.) em um único prédio.

Sem data definida para estreia, a previsão é de que Magnífica 70 chegue às telinhas em 2015. A direção é de Cláudio Torres (direção geral) e Carolina Jabor (direção de episódios), e foi escrita por Cláudio Torres, Renato Fagundes e Leandro Assis.

Essa é a primeira série “de época” da HBO, que tem, em seu currículo, séries nacionais como O Negócio, FDP e Mulher de Fases, além de muitas outras.

Vale lembrar que o universo da pornochanchada recebeu, em 2011, uma “homenagem” no teatro, com a peça Cine Camaleão, que teve como protagonista a atriz Mel Lisboa (que, ainda, está em cartaz com Rita Lee mora ao lado).

Algumas imagens já foram divulgadas: