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HBO desiste da série Open


Open já era uma série esperada (admito que eu esperava ver, logo, Anna Torv de volta à tv), mas a HBO desistiu de comprar, por ora, a produção.

A declaração de Michael Lombardo, presidente da programação da HBO, foi a seguinte: “depois de uma colaboração tão triunfante (The Normal Heart), todos sentiram que Open não era o próximo passo para todos os envolvidos”.

The Normal Heart ganhou, recentemente, o Emmy de melhor filme para TV e conta a história de um grupo homossexual lutando pela cura da AIDS, logo no início da doença (anos 80), quando, ainda, era considerada o “câncer gay”.

Open já tinha em seu elenco a atriz Anna Torv, Scott Speedman, Jaimie Alexander e Michelle Monaghan e falaria sobre relações humanas e sexualidade. A série é assinada por Ryan Murphy, co diretor da famosa American Horror Story e diretor de The Normal Heart.

Ainda não há informações sobre a compra de Open por outro canal.

Review – Pretty Little Liars 5x09 / 5x10: March of Crimes / A Dark Ali


Já passamos muito tempo nisso (tempo excessivo até mesmo para assistir aos episódios), mas a diferença foi mínima. Mínima mesmo.

Mais um personagem entrou na história: Cyrus Petrillo, que assumiu toda a culpa pelo falso sequestro de Alison. Passamos uma boa parte de A Dark Ali acompanhando a história que envolvia Cyrus. Tudo para, no fim, descobrirmos que Alison tinha arquitetado cada parte , deixando, mais uma vez, as pessoas, no mínimo, desapontadas, já que cada hora ela fala uma coisa e faz outra.

Pretty litte liars, realmente, deveria inovar.

Mas, voltando aos episódios, também, descobrimos que Noel Kahn não é o cãozinho de Alison, que aparentou ser. Aliás, o rapaz está preparado para o dia que a DiLaurentis resolver se livrar dele, guardando (até Spencer pegar) fotos e gravações sobre os últimos anos em que a loira estava sequestrada/morta, comprovando que ela estava viva e preparada para fazer qualquer coisa.


Tivemos um breve lapso de uma das faces de Melissa, a da irmã preocupada que, basicamente, disse à Spencer que –A tem um futuro nada promissor para Alison & amigas. Seguindo essa coisa toda, tivemos Mona que parecia fazer parte do planejado Cyrus, tentando descobrir o que de fato acontecia ali, como alguém (quem quer que seja, mas que foi Alison) tinha conseguido achar o rapaz e tê-lo feito abrir a boca da forma como fez, coincidindo com a história contada pela loira.

E, ainda, descobrimos a relação entre Jenna e Sidney e, apesar de ser uma história que parece meio inventada, não temos muitos motivos para acreditarmos que seja mais uma mentira no meio do enredo.

Hanna, que era quase um caso perdido, voltou à ativa e, graças a ela, o casamento de Ella Montgomery com Zach não deu certo, nem chegou a acontecer. Depois, descobrimos que toda aquela coisa de Hanna tinha uma pitada de –A.

Ainda, estou atrasada com os episódios de Pretty Little Liars, mas acredito que não teremos tantas mudanças, que são esperadas há tanto tempo.

American Horror Story: Freak Show



American Horror Story despertou grande sucesso desde sua primeira temporada, a Murder House. Desde então, passamos, também, por Asylum e Coven. Agora, em 2014, estreará o quarto ano, com Freak Show.

A nova temporada contará a história dentro de um circo de horrores na década de 50, coincidindo com “forças do mal”. Palhaço macabro, engolidos de espadas, mulher de duas cabeças são alguns dos personagens que encontraremos.

Além disso, teremos, de volta, Jessica Lange, Sarah Paulson, Kathy Bates (que ganhou o Emmy 2014 de melhor atriz coadjuvante em minissérie), Gabourey Sidibe, Evan Peters, Frances Conroy e Angela Bassett.

American Horror Story retorna às telinhas em outubro.

Veja, abaixo, todos os teasers já divulgados:

















E o pôster:


HBO: O Cinema na TV


A HBO não está poupando esforços para conquistar, cada vez mais, os brasileiros e já está em fase de produção de sua nova série: Magnífica 70.

Em parceira com a Conspiração Filmes, a HBO Latin America contará a história da Boca do Lixo dos anos 70, época marcante pela ditadura e pela chamada pornochanchada, no centro de SP.

A história tem como protagonista Vicente (Marcos Winter), que trabalha na censura do governo (após ser preso por engano e libertado por um general, com algumas condições) e casado com a filha de um general. Em um dos filmes censurados, Vicente sente-se atraído por Dora (nome verdadeiro, Vera e interpretada por Simone Spoladore) e, então, começa a trabalhar com cinema na produtora Magnífica 70. O elenco, também, conta com Maria Luiza Mendonça, Adriano Garib, Paulo Cesar Pereio, Joana Fomm, Bella Camero, Rogério Froes, Stepan Nercessian, etc..

Por questões financeiras e logísticas – além do fato de muitos lugares já não existirem no centro de SP – as gravações ocorreram no Colégio Sagrado Coração de Jesus, Rio de Janeiro, onde os ambientes localizam-se (produtora, bar, etc.) em um único prédio.

Sem data definida para estreia, a previsão é de que Magnífica 70 chegue às telinhas em 2015. A direção é de Cláudio Torres (direção geral) e Carolina Jabor (direção de episódios), e foi escrita por Cláudio Torres, Renato Fagundes e Leandro Assis.

Essa é a primeira série “de época” da HBO, que tem, em seu currículo, séries nacionais como O Negócio, FDP e Mulher de Fases, além de muitas outras.

Vale lembrar que o universo da pornochanchada recebeu, em 2011, uma “homenagem” no teatro, com a peça Cine Camaleão, que teve como protagonista a atriz Mel Lisboa (que, ainda, está em cartaz com Rita Lee mora ao lado).

Algumas imagens já foram divulgadas:














True Blood: Series Finale (Thank You)


“...e então viveram felizes para sempre”, a frase que se encaixa para esse final de True Blood, menos para Bill, que, depois de 7 temporadas apaixonado por Sookie, onde matou vampiros, transformou Jess, ajudou a lutar contra bruxas, políticos e malucos, virou o deus dos vampiros, morreu.

Pronto, o fato mais importante de Thank you.

Assisti à essa temporada, sem pensar que era a última, sem pensar que não teremos um próximo ano e que não esperarei um episódio a cada semana e não me arrependo de ver assim. Foi até melhor, assim não fui sentindo que True Blood deveria me dar mais, bem mais que New Blood.

Tivemos um pouco mais que isso em Thank you, começando pelo casamento de Jess. Desde que Hoyt foi embora, não esperávamos que ele voltasse e terminasse a série com Jessica, mas isso aconteceu. E, claro, desde que ele voltou, isso não foi uma grande surpresa, até porque devido ao “gostar” de Jason por Brigette, já estava um pouco óbvio o final dos dois casais.

Eric decidiu se rebelar contra a Yasuka e, com Pam – claro – matou os importantes da organização (começando por Gus e os capangas) e tomou conta do sangue sintetizado de Sarah Newlin, que virou quase uma escrava sexual de sangue. Não tinha como Sarah Newlin sair ilesa dessa história.

Na verdade, True Blood com esse final só enfatizou aquele velho conhecido ditado de que “o bem vence o mal, o amor vence a guerra” e blablabla. De certa forma, foi o final manjado bem elaborado, para que pensemos que nem tudo aconteceu como o final de uma novela global (casamento, filhos, todo mundo feliz). E, então pensamos que Eric, por exemplo, não é tão bom e se deu bem, mas, se tomarmos pelo contexto, ele era o mocinho da história (estava doente, moribundo, foi atrás de Sarah Newlin, que todo mundo odiava porque acabou com a vida do elenco inteiro, matou o líder da Yasuka, que queria matar Sookie).

A única coisa, realmente, surpreendente foi a morte de Bill Compton. Mesmo depois de Bill ter dito que escolhia a morte verdadeira, cheguei a duvidar que o matassem, acreditei que, na hora de morrer, ele desistiria, mas não, ele morreu. E morreu com uma estaca no coração, colocada por Sookie (e por ele).
Impossível falar que True Blood não foi uma boa série, porque ela foi. Teve altos e baixos e aquela cena a la abertura de Parenthood foi um dos baixos, mas conseguiu se manter por 7 anos. O último ano não foi bom, não fez jus ao que esperávamos e o final foi à margem do decepcionante.

O casamento de Jess, apesar de não ser surpresa, foi um ato maravilhoso, porque não era por ela, não era por Hoyt, era por Bill e sua filha Sarah (e nunca fui fã do Bill).

A última temporada nos mostrou um pouco mais do que conhecemos de cada personagem: o passado de Bill, de Eric, Pam, Sookie, Tara, e nos deixou conectados à série. True Blood pode não ter tido o final que mais merecia, mas a série nos deixou passando por vários momentos, das piadas e ironias de Pamela às cenas de tristeza e melancolia de Sookie, da escuridão vampírica à luz das fadas. Foram momentos que, querendo ou não, encontraram fãs de para a série.

E que, agora, finalmente, Bill consiga descansar em paz, ao lado de Caroline, Sarah e Thomas. Que Sookie tenha o universo que merece (que Bill desejou). Que Jason continue crescendo, como cresceu ao decorrer de todas as temporadas.

Thank you, thank you True Blood.

Thank you por esses 7 anos, pelas noites de domingo e pelas histórias. Thank you por ter sido, em suas primeiras temporadas, uma grande série.

Thank you.

Vencedores Emmy 2014


Ontem (25/08/14), ocorreu o Emmy Awards, que premia os melhores da TV norte americana. Entre os ganhadores, destacam-se – merecidamente – Breaking Bad (que terminou em 2013, deixando um vazio enorme na grade da TV) e Sherlock. The Good Wife, apesar de não ter recebido muitos prêmios, declarou – justamente – Julianna Margulies. E, ainda, tivemos a novata True Detective, série da HBO que eleva a TV a um novo patamar.

Veja os vencedores (em negrito e vermelho):

Melhor série dramática:
Breaking Bad
Downton Abbey
House of Cards
Game of Thrones
True Detective
Mad Men

Melhor direção em série dramática:
David Evans, por Episode 1 (Downton Abbey)
Vince Gilligan, por Felina (Breaking Bad)
Cary Joji Fukunaga, por Who Goes There (True Detective)
Carl Franklin, por Chapter 14 (House of Cards)
Tim Van Patten, por Farewell Daddy Blues (Boardwalk Empire)
Neil Marshall, por The Watchers on the Wall (Game of Thrones)

Melhor roteiro em série dramática:
Nic Pizzolatto, por The Secret Fate of all of Life (True Detective)
Beau Willimon, por Chapter 14 (House of Cards)
David Benioff e D.B. Weiss, por The Children (Game of Thrones)
Vince Gilligan, por Felina (Breaking Bad)
Moira Walley-Beckett, por Ozymandias (Breaking Bad)

Melhor ator em série dramática:
Kevin Spacey (House of Cards)
Woody Harrelson (True Detective)
Matthew McConaughey (True Detective)
Jeff Daniels (The Newsroom)
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Jon Hamm (Mad Men)

Melhor ator coadjuvante em série dramática:
Jon Voight (Ray Donovan)
Peter Dinklage (Game of Thrones)
Jim Carter (Downton Abbey)
Mandy Patinkin (Homeland)
Josh Charles (The Good Wife)
Aaron Paul (Breaking Bad)

Melhor ator convidado em série dramática:
Dylan Baker (The Good Wife)
Joe Morton (Scandal)
Beau Bridges (Masters of Sex)
Robert Morse (Mad Men)
Reg E. Cathey (House of Cards)
Paul Giamatti (Downton Abbey)

Melhor atriz em série dramática:
Kerry Washington (Scandal)
Robin Wright (House of Cards)
Michelle Dockery (Downton Abbey)
Claire Danes (Homeland)
Lizzy Caplan (Masters of Sex)
Julianna Margulies (The Good Wife)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática:
Christina Hendricks (Mad Men)
Joanne Froggatt (Downton Abbey)
Maggie Smith (Downton Abbey)
Anna Gunn (Breaking Bad)
Lena Headey (Game of Thrones)
Christine Baranski (The Good Wife)

Melhor atriz convidada em série dramática:
Jane Fonda (The Newsroom)
Kate Burton (Scandal)
Allison Janney (Masters of Sex)
Kate Mara (House of Cards)
Margo Martindale (The Americans)
Diana Rigg (Game of Thrones)


Melhor série de comédia:
Modern Family
The Big Bang Theory
Louie
Orange is the New Black
Veep
Silicon Valley

Melhor direção em série de comédia:
Mike Judge por Minimum Viable Product  (Silicon Valley)
Jodie Foster, por Lesbian Request Denied (Orange is the New Black)
Gail Mancuso, por Vegas (Modern Family)
Louis C.K., por Elevator, Part 6 (Louie)
Paris Barclay, por 100 (Glee)
Iain B. MacDonald, por Episode 309 (Episodes)

Melhor roteiro em série de comédia:
Louis C.K., por So Did the Fat Lady (Louie)
Liz Friedman e Jenji Kohan , por I Wasn’t Ready for This (Orange is the New Black)
Alec Berg, por Optimal Tip- to-Tip Efficiency (Silicon Valley)
Simon Blackwell, Tony Roche e Armando Iannucci, por Special Relationship (Veep)
David Crane e Jeffrey Klarik, por Episode 305 (Episodes)

Melhor ator em série de comédia:
Louis C.K. (Louie)
Matt LeBlanc (Episodes)
Ricky Gervais (Derek)
Jim Parsons (The Big Bang Theory)
William H. Macy (Shameless)
Don Cheadle (House of Lies)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia:
Andre Braugher (Brooklyn Nine-Nine)
Adam Driver (Girls)
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
Ty Burrell (Modern Family)
Fred Armisen (Portlandia)
Tony Hale (Veep)

Melhor ator convidado em série de comédia:
Jimmy Fallon (Saturday Night Live)
Louis C.K. (Saturday Night Live)
Steve Buscemi (Portlandia)
Bob Newhart (The Big Bang Theory)
Gary Cole (Veep)
Nathan Lane (Modern Family)

Melhor atriz em série de comédia:
Lena Dunham (Girls)
Melissa McCarthy (Mike & Molly)
Amy Poehler (Parks and Recreation)
Taylor Schilling (Orange is the New Black)
Julia Louis-Dreyfus (Veep)
Edie Falco (Nurse Jackie)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia:
Julie Bowen (Modern Family)
Kate Mulgrew (Orange is the New Black)
Mayim Bialik (The Big Bang Theory)
Kate McKinnon (Saturday Night Live)
Anna Chlumsky (Veep)
Allison Janney (Mom)

Melhor atriz convidada em série de comédia:
Uzo Aduba (Orange is the New Black)
Natasha Lyonne (Orange is the New Black)
Laverne Cox (Orange is the New Black)
Tina Fey (Saturday Night Live)
Melissa McCarthy (Saturday Night Live)
Joan Cusack (Shameless)

Melhor minissérie:
American Horror Story: Coven
Fargo
Bonnie & Clyde
Luther
Treme
The White Queen

Melhor filme para TV:
The Normal Heart
Killing Kennedy
Muhammad Ali’s Greatest Fight
Sherlock
The Trip to Bountiful

Melhor direção em minissérie ou filme para TV:
Colin Bucksey (Fargo)
Adam Bernstein (Fargo)
Stephen Frears (Muhammad Ali’s Greatest Fight)
Ryan Murphy (The Normal Heart)
Alfonso Gomez-Rejon (American Horro Story:Coven)
Nick Hurran (Sherlock)

Melhor roteiro em minissérie ou filme para TV:
Ryan Murphy e Brad Falchuk (American Horror Story:Coven)
Noah Hawley (Fargo)
Neil Cross (Luther)
Steven Moffat (Sherlock)
Larry Kramer (The Normal Heart)
David Simon e Eric Overmyer (Treme)

Melhor ator em minissérie ou filme para TV:
Billy Bob Thornton (Fargo)
Martin Freeman (Fargo)
Mark Ruffalo (The Normal Heart)
Idris Elba (Luther)
Chiwetel Ejioford (Dancing on the Edge)
Benedict Cumberbatch (Sherlock)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para TV:
Matt Bomer (The Normal Heart)
Jim Parson (The Normal Heart)
Alfred Molina (The Normal Heart)
Joe Mantello (The Normal Heart)
Martin Freeman (Sherlock)
Colin Hanks (Fargo)

Melhor atriz em minissérie ou filme para TV:
Kristen Wiig (The Spoils of Babylon)
Sarah Paulson (American Horror Story:Coven)
Jessica Lange (American Horror Story:Coven)
Minnie Driver (Return to Zero)
Cicely Tyson (The Trip to Bountiful)
Helena Bonham Carter (Burton & Taylor)


Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV:
Julia Roberts (The Normal Heart)
Allison Tolman (Fargo)
Ellen Burstyn (Flowers in the Attic)
Frances Conroy (American Horror Story:Coven)
Angela Basset (American Horror Story:Coven)
Kathy Bates (American Horror Story:Coven)

Melhor reality show ou programa de competição:
The Voice
So You Think You Can Dance?
Dancing with the Stars
Project Runway
The Amazing Race
Top Chef

Melhor apresentador de reality show:
Jane Lynch (Hollywood Game Night)
Anthony Bourdain (The Taste)
Heidi Klum e Tim Gunn (Project Runway)
Tom Bergeron (Dancing with the Stars)
Betty White (Betty White’s Off Their Rockers)
Cat Deely (So You Think You Can Dance?)

Melhor programa de variedades:
Saturday Night Live
Real Time with Bill Maher
The Colbert Report
Jimmy Kimmel Live!
The Daily Show with John Stewart
The Tonight Show starring Jimmy Fallon

Melhor animação:
Bob’s Burgers
South Park
Futurama
Archer
Teenage Mutant  Ninja Turtles: The Manhattan Project











Review – True Blood 7x08/7x09: Almost Home / Love is to Die


Usamos essa sétima temporada para aprendermos um pouco mais de nossos personagens e nem Tara, que já morreu, conseguiu escapar dessa, fazendo com que conhecêssemos uma das partes mais “obscuras” da sua infância, quando, por alguns segundos, ela pensou em matar seu pai, que batia em  Lettie Mae  e bom...depois dessa, já temos razão suficiente para sabermos porque ela o queria morto.

Sabíamos que Sam não ficaria em Bon Temps, mas esperava uma despedida mais justa, mais justa até mesmo por Sookie e não, apenas, por uma carta. Pode ser que o personagem volte em um ou outro episódio até o final da temporada, mas como ainda não sabemos se isso acontecerá, lidamos com um “boa sorte, Sam”.

Ao longo das temporadas, vimos Jess e Hoyt começarem o relacionamento, desenvolverem, morarem juntos, até Jason...Jess e Jason, uma coisa meio conturbada, que não teve fim nenhum, Jess e James, James e Lafayette, Jesse e Jason e, agora, temos, novamente, Jesse e Hoyt. De certa forma, corajoso da parte dela contar para Hoyt tudo o que aconteceu entre eles e Jason.

O problema de Jason é Hoyt, ele não pode conhecer nenhuma namorada do amigo, porque se apaixona – ou algo parecido. Diga-se Brigitte, que, ainda, não teve nada com ele, mas, até quando?


E logo pulamos para Bill e o fato dele recusar a cura encontrada em Sarah Newlin, liberou Jessica (a pedido da ruiva) e conseguiu comover, até mesmo, Eric, que deu uma de “guru do amor” e intermediou por Bill. A melhor cena veio com Pam, Jess e a frase “se você manchar a minha jaqueta, você vai pagar, querida”, no meio da choradeira toda.

E, já que jogamos Eric e Pam no meio de tudo, vale lembrar que Eric,agora, está curado, curadíssimo, imune à hepative V e, até mesmo, resolveu retribuir à Ginger. Pena que minutos depois, ele estava encarando a Yasuka e Pam deitada e uma espécie de mesa, acorrentada com prata e quase pronta para morrer com uma estava. Ainda, não vimos a morte de Pam e matá-la seria um dos piores erros dos roteiristas, então tenho certeza (espero) que isso não aconteça.

O décimo episódio desta temporada será o adeus definitivo à True Blood. Admito que quando começamos o sétimo ano, fiquei um pouco preocupada com o final que veríamos, mas, agora, acredito no potencial de um último episódio. 

Review – Pretty Little Liars 5x07 / 5x08: The Silence of E. Lamb / Scream For Me


Algumas perguntas foram acrescentadas, mas a principal continua: afinal, quem é –a?

Já ouvimos falar de Eddie Lamb há um tempo (até mesmo em outra temporada) e, agora, ele simplesmente sumiu, depois de deixar uma pista que, ainda, não parece ser nada importante.

Demos uma volta em Radley e conhecemos Rhonda, ex colega de quarto de Bethany. Aliás, Bethany foi quase uma DiLaurentis. Acredito eu que por meio de alguma chantagem, porque, claro, a mãe de Alison não iria, simplesmente, encontrar uma menina em um manicômio e decidir que a levaria para andar a cavalo, dar presentes e etc., etc., etc.. Spencer e logo conectou Bethany à mãe de Toby, que, ainda, tem a morte misteriosa.

Nos dois episódios, percebemos que as mães podem, às vezes, tomar a prioridade das filhas, como foi o caso de Pam e seu jantar, Ashley e o ataque a sua casa – que logo será discutido – e Ella com seu casamento.

Tivemos algumas voltas à Paige e sua situação de rato morto no armário, o que meio que nos deixou em círculos. No 6º episódio, vimos que a, agora, famosa Sydney, que , também, está no grupo Mona e em the silence of E. Lamb ela resolveu partir direto para o ataque, quando Hanna estava bêbada e louca para contar tudo o que aconteceu em NY...no fim, Hanna não segurou a língua muito bem e, apesar de não sabermos, exatamente, o que ela falou (só vimos o final da conversa) foi a chave para –A colocar uma menina contra a outra.


E, ainda em Hanna, entramos com a garota em  um ciclo de álcool, beirando o vício, o que resultou em assédio vindo de Zach, aquele que está noivo de Ella Montgomery.

Mas, explicando, todo a história: depois de Hanna, sem querer, acabar contando o que podia e não podia sobre as aventuras das liars, Aria decidiu que não falaria mais com ela (claro, porque isso resolve todos os problemas...simples). E assim Hanna, ao contar para a amiga, sobre o assédio de Zach, foi, literalmente, enxotada da casa Montgomery.

O fato é que demos voltas e voltas e não descobrimos nada. A relação entre DiLaurentis e Bethany já era previsível, a briga entre as meninas já estava previsto (Hanna já vem mostrando que não está tão feliz assim com a volta de Alison, há um bom tempo). Parece que, em todos os episódios, nós respondemos as mesmas perguntas e continuamos com outras, mas, na verdade, só acrescentamos, porque nada é respondido. Pelo andar da caminhada, PLL, ainda, durará 246256685 anos.