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2015 foi um ano de excelentes estreias, porém, como todos os anos, muitas séries acabaram se despedindo, deixando os fãs órfãos, procurando uma substituta à altura.

Para que elas não passem em branco, listei 10 séries que deram seus “bye bye” este ano.

Glee


Glee teve seu início em maio de 2009 e seu final em março de 2015. A série é uma criação de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. Ambientada no high school, Glee fez sucesso desde sua estreia, apesar de algumas escorregadas no caminho e de perder seu protagonista Cory Monteith, intérprete de Finn Hudson, em 2013. De maneira satisfatória, Glee encerrou sua jornada com uma timeline de 2009 até o futuro. 



Glee conta com 6 temporadas.


Hannibal


Com Hannibal é difícil ser imparcial. É uma série perturbadora, incrível, que você se apaixona pelo protagonista, que, também, é o vilão. Hannibal é uma adaptação dos livros de Thomas Harris e, apesar de não ter tanta audiência como se esperava, conseguiu ser uma das melhores coisas da TV norte americana. O canibal que faz arte com o “resto” dos corpos de suas vítimas em uma riqueza de detalhes absurda atrai, prende e leva o telespectador até o final de cada episódio. Uma vez, li que Bryan Fuller, criador da obra, disse que a cada vez que ele contratava novos diretores dizia que eles não eram responsáveis por um episódio de uma série, mas, sim, por um filme de arte. Hannibal é isso...um filme de arte dividido em 3 temporadas, com uma história, desenvolvimento de personagens e um final que faz você pedir mais histórias.



CSI


Uma das mais conhecidas séries policias, CSI deu seu “adeus” no dia 27/09/2015, em um episódio duplo de quase 2 horas, com o retorno dos nomes mais importantes que passaram pelo show. A série teve seu início em outubro de 2000 e foram 16 temporadas mostrando a vida da polícia forense, passando por vários personagens, que foram desde Grissom até D.B. Russell. Além disso, partindo de CSI: Crime Scene Investigation, surgiram CSI Miami, CSI NY e a mais recente CSI Cyber.



Mad Men


Mad Men, uma criação de Matthew Weiner e início em 2007, conta a história de Don Draper, publicitário dos anos 60, que trabalha na Sterling Cooper como diretor de criação. Mad Men mostra, através de relacionamentos pessoais e profissionais, as mudanças sociais, econômicas e morais que a sociedade norte americana enfrentou. Esse ano (2015), Jon Hamm, finalmente, foi reconhecido, com um Emmy, por seu – não menos – brilhante trabalho em Mad Men, como Don Draper, levando para casa o troféu de “melhor ator em série dramática”.




Mad Men teve seu final em maio/15, após 7 temporadas.


Parenthood


Parenthood não é uma das séries mais conhecidas, porém tem uma história maravilhosa que durou 6 temporadas. Essa criação de Ron Howard conta a história da família Braverman, que, através de suas “divisões” mostram que toda família tem seus problemas, no caso da série, eles vão desde alcoolismo até autismo, passando por uma paternidade desconhecida e os conflitos de uma pessoa que tenta ser tudo ao mesmo tempo. Em pouco mais de 80 episódios, somos apresentados a Crosby, Julia, Sarah, Adam, Camille e Zeek e, apesar de parecer clichê  e simples, nos envolvemos cada vez mais com as personagens. Isso sem contar que o final de Parenthood é maravilhoso, para fazer jus ao que foi a série.




Cougar Town


De todos os atores da série Friends, Jennifer Aniston foi a que teve mais sucesso nas produções audiovisuais, porém não é a única. Cougar Town tinha como protagonista a atriz Courteney Cox, que interpreta Jules Cobb, uma quarentona que tenta voltar ao mundo dos relacionamentos, em uma cidade onde todas as garotas parecem rejuvenescer. A série começou em 2009 e deu “tchau” em março de 2015, contando com 6 temporadas.




Two and a Half Men


Difícil achar uma pessoa que não tenha, pelo menos, ouvido falar da vida de Charlie Harper, nessa série da CBS, que durou 12 anos. Two and a Half Men começou contando a história de Charlie Harper, um cara que está nos seus 40 anos e, ainda, é considerado um “garanhão”, onde não se importa com relacionamentos, apenas sexo casual com garotas que mal saíram da adolescência. Em 2011, Charlie Sheen, que interpretava o protagonista, saiu da série, dando espaço a Ashton Kutcher. Em fevereiro de 2015, a série, já com índices de audiência não muito bons, resolveu dar “adeus”, encerrando a jornada iniciada em 2003.



Nurse Jackie


Em junho de 2015, uma série que passeava tranquilamente entre drama e comédia chegou ao fim. Nurse Jackie teve sua estreia em 2009, no Showtime, e tem muitas semelhanças com outra série médica: House. Jackie é uma ótima enfermeira que se dedica 100% a seus pacientes, tem um humor não muito reconhecido e uma fraqueza por Vicodin. Nurse Jackie é uma excelente série com 7 temporadas


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Community


Community é uma das minhas sitcoms favoritas e, por isso, foi, no mínimo, chato dizer adeus à série em junho de 2015. A história gira em torno de um grupo de estudos da Greendale Community College, uma universidade nada favorecida e com uma reputação tão ruim quanto a maioria das notas dos protagonistas. Após o terceiro ano da série, no final do episódio 22, tivemos a primeira aparição do #sixseasonsandamovie, algo que virou uma campanha, juntando fãs da série por todo o mundo e, ainda, garantindo as 6 temporadas do show, que teve seu último ano comprado pelo Yahoo. A esperança, agora, é que, realmente, haja um filme, pelo menos, para cumprir a hashtag oficial de Community.




Parks and Recreation


Assim como Community, Parks and Recreation faz parte da minha lista de sitcoms preferidas e, ao final do expediente de Leslie Knope & Cia., ficou complicado achar uma comédia que correspondesse à altura de Parks. Saindo das mentes de Greg Daniels e Michael Schur, Parks and Recreation narra a historia dos funcionários do Departamento de Parques da cidade de Pawnee. Narrada em forma de documentário, a série passeia pela vida pessoal e profissional de Leslie Knope e seus funcionários, entretendo seus telespectadores por 7 maravilhosos anos.



Listas são sempre difíceis, então coloque nos comentários a sua série preferida que, infelizmente, se despediu em 2015.

Minha história com Parenthood começou em 2011, quando a série estava indo para sua segunda temporada e, desde então, não parei de assistir. Vi todos os episódios, fiz maratona para acompanhar e, quando consegui, esperava, ansiosamente, para o episódio da próxima semana, menos esse 13º episódio do 6º ano...demorei mais de duas semanas para ter coragem de me despedir da série, das personagens, de tudo e, ainda, não sei como falar sobre o show.

Decidi assistir à Parenthood por causa da Lauren Graham (Sarah ou, como, ainda, a conheço, Lorelai Gilmore), mas me apaixonei por todo o elenco, desde os principais atores até as participações especiais. Algumas vezes (quase todas), me sentia parte da família Braverman.

A série é como uma novela, é simples, é meio clichê, mas é leve. É o tipo de programa que você assiste e se envolve. Ao longo de 6 temporadas (sim, 6), conhecemos toda a família, nos tornamos parte dos problemas que estão em, praticamente, todas as famílias (gravidez precoce, desemprego, falta de dinheiro), as situações, soluções, tudo. No final, podemos dizer que Parenthood é a história de qualquer família, de qualquer lugar, mas eis que chega o temido fim.

Não tinha muita audiência e não tem toda a ação de algumas produções, mas, na minha opinião, terminou muito cedo. Poderíamos ver tanta coisa: Max na fase adulta, Haddie e seu desenrolar com tudo, Drew e sua nova vida. Enfim...tivemos flashes de um futuro, mas nada aprofundado...poderia ser tipo One Tree Hill, que, quando acabou uma fase, acompanhamos a vida adulta de cada personagem.

Zeek disse que Sarah era a favorita dele. Não a minha... Julia era a que eu tinha mais admiração, mas isso não me impediu de amar igualmente o Adam, Crosby, Sarah, Drew, Haddie, Amber, Joel, Kristina e, claro, Zeek e Camille...ou melhor, eu amei, igualmente, todos os personagens, até os que eu não citei.

Acontece que, depois que assisti ao último dos últimos episódios, não me senti traída pela série. Não foi um adeus difícil, nem mesmo o adeus que tivemos que dar a Zeek foi muito sofrido. A série completou seu círculo e, então, parecia que esse “tchau” estava na hora certa (apesar de não estar).

May you stay forever young...


Parenthood é uma série da emissora NBC.

A série conta a história da família Braverman e é baseada em um filme de 1989, que tinha o mesmo nome, porém, aqui, no Brasil, chegou renomeado como “O tiro que não saiu pela culatra”.

A produção nos mostra os problemas de uma família comum: Sarah e seus dois filhos, com um ex marido que, muitas vezes, recorrer às drogas e ao álcool; Adam, com 2 filhos, sendo que um deles, Max, tem a Síndrome de Asperger; Julia, que tenta programar seu tempo para ser uma advogada de sucesso, mãe, dona de casa e ótima esposa; Crosby, um jovem, solteiro, que, de repente, descobre que tem um filho e vê sua vida e tudo o que almejava mudar. Todos esses irmãos são muito apoiados por seus pais Camille e Zeek, que, além de lidarem muito bem com os problemas dos filhos, passam por suas crises matrimoniais.

A intenção do show é mostrar como as famílias, sejam elas grandes ou pequenas, pobres ou ricas, conseguem lidar com todos os problemas que, querendo ou não, assolam a nossa atual sociedade.

A genialidade na direção é Ron Howard.

Além disso, Parenthood conta com Laura Graham, a nossa eterna Lorelai Gilmore.

Vale a pena conferir o show e verificar a grande obra da NBC.