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Eu adoraria dizer que True Blood voltou com tudo, que a história está ótima, que eu adorei todos os personagens, toda a ação, mudança, arcos, novidades, maaaaas...acho que ainda não é hora pra isso.

Relembrando a temporada anterior: Bill tomou todo o suposto sangue de Lillith, a Autoridade caiu, Russell Edgington está morto, Andy Bellefleur virou pai de 4 crianças fadas, Bill transformou-se na versão masculina de Lillith, agora, conhecido como Billith.

Parece ser muita coisa, mas não é. Até porque, se pararmos para pensar no que foi a 5ª temporada de True Blood, teremos uma das maiores decepções seriáticas, porque grande parte do ano passado da produção foi tão fraco que não temos tantas palavras para descrevermos.

No primeiro episódio dessa nova temporada, não tivemos muita diferença. De fato, tivemos poucas explicações, como já era esperado, o episódio foi parado, sem grandes acontecimentos, sendo que uma das principais cenas aconteceu com Jason Stackhouse, dentro de um carro, quando, sem perceber (apesar de estar muito óbvio, desde o momento em que o loiro entrou no veículo), Jason descobre que, o tempo todo, estava ao lado de M. Warlow, aquele que tem, como “propriedade”, sua irmã.

Além do famosíssimo Warlow, tivemos a apresentação do novo governador de Louisiana, o senhor Truman Burrell, que, na verdade, não passa de um político corrupto, que, apesar de seus discursos anti vampíricos, só pensa em lucrar, lucrar, lucrar, lucrar. Nada muito diferente dos políticos reais, não?

E, enquanto Sookie dava um fora em Eric, Luna estava morrendo, Alcide conseguia 2 garotas (que, faz favor, produção, nem merece), Sam tentava disfarçar seus rastros, Jessica voltava para Bill, Pam era desprezada por Eric e presa e Bellefleur via seus filhos crescerem, literalmente, da noite para o dia.

Esta semana, antes de assistir ao episódio, li algumas coisas sobre a série e uma delas foi “True Blood vai virar uma comédia” (ou algo assim) e, sinceramente, a série está caminhando pra isso. Diante do fracasso do quinto ano, conseguimos até não nos deter nos grandes erros das temporadas anteriores (3ª e 4ª temporadas).

Temos uma temporada inteira para nos convencermos de que a série pode voltar ao que era, a fim de que ela não caia na mesma bobagem que a maioria das séries sobre seres sobrenaturais acaba se jogando.


Nunca estive tão ansiosa para um episódio de Pretty Little Liars como estava para essa quarta temporada. O último episódio da temporada passada, realmente, me deixou presa à série.

Vamos lembrar que, na terceira temporada, as meninas, depois de passarem pelo incêndio no chalé, onde algumas alegaram que Ali estava lá, acharam o carro de Wilden com um porco morto (claro, descobrimos o porco morto neste episódio, porque né...).

O que elas (ou nós) não esperavam é que Wilden estivesse morto. Aliás, como disse a repórter “Parece que toda a cidade de Rosewood se reúne para lamentar a perda do detetive Darren Wilden”. Realmente, toda a Rosewood estava ali, inclusive, a Senhora DiLaurentis que resolveu voltar à cidade, apenas para trazer os fantasmas do passado, revivendo Ali, depois de tudo.

O grande fato é que PLL, apenas, nos dá motivos para acompanharmos no final da temporada, então, claro, esse início de temporada parece ser um pouco monótono. E seria se não fossem algumas coisas que ligaram ao ocorrido do último episódio apresentado no terceiro ano da série.

Na verdade, além das respostas dadas, talvez, o que mais tenha chamado AA tenção foi ver Aria tentando, de várias maneiras, não ter qualquer contato com Ezra (como eu nunca fui muito a favor dessa relação, então acho que ruim mesmo é ver Aria “sofrendo” e não vê-la sem o professor) ou a mulher misteriosa que estava no velório do detetive.

Aos demais fatos, como a volta da Sra. DiLaurentis, a proposta de Paige para Emily escolher a mesma universidade que ela, Spencer e Toby juntos e, novamente, bancando Sherlock Holmes, podemos dizer que estão no mediano Pretty Little Liars, que são apenas fatos que linkam o que pode acontecer de melhor e que, no momento, o melhor ainda não chegou.

Espero que essa temporada consiga nos mostrar o potencial da série, uma história bem escrita e completa que não foque em coisas alheias a ponto de deixar a história central puxada por casos aleatórios, muitas vezes, insignificantes.