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Mostrando postagens com marcador Balanço de Temporada. Mostrar todas as postagens
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Ok, ok. Chegou ao fim uma das temporadas mais temerosas de Grey’s Anatomy, aquela em que todos ficaram apreensivos com o que tia Shonda faria, depois de matar, dolorosamente, Lexie Grey.

A temporada começou (e permaneceu por alguns episódios) falando sobre o acidente de avião que encerrou a 8ª temporada, aquele em que estavam Meredith, Cristina, Derek, Arizona, Mark e Lexie.

Logo no primeiro episódio, sofremos um  baque com a morte de Mark Sloan (não era muita surpresa, afinal já sabíamos que Eric Dane não ficaria mais na série).

As sombras do acidente marcaram, de forma um tanto abrupta, os médicos do SGMWH, que, ainda nessa temporada, recebeu o nome de Grey Sloan Memorial Hospital.

Algumas mudanças foram muito fortes: tivemos a inserção de novos internos, Karev apaixonado, Meredith grávida, os sobreviventes viraram donos do hospital, Avery como presidente do hospital...Pois éééé, tudo isso em 24 episódios.

Diferentemente das primeiras temporadas, essa não chegou a ser incrivelmente boa, ao contrário, Shonda Rhimes deixou a desejar,transformando a temporada em apenas assistível.

Para alguns, a vontade de abandonar a série foi mais forte e Grey’s não sobreviveu em algumas telinhas.

O maior medo que tínhamos era de levar o arco de Derek ou Arizona como costura da temporada. Isso não aconteceu: Derek se curou em um tempo, razoavelmente, rápido e Arizona, depois de um tempo sem citar tanto a sua perna perdida, conheceu Lauren (beijos Hilarie Burton), traiu Callie e ainda voltou à questão da perna .

Por favor, Arizona Robbins, pare de mimimi, assuma seu erro e não deixe a série se estragar muito.

April Kepner, que estava tirando leite de vaca e cuidando de jegues, voltou ao hospital com a corda toda, foi pedida em casamento e, no final, declarou-se a Avery. Menina voltou cheia de atitude.

Ao contrário de Bailey, que, após ser infectada, foi, infelizmente, afastada de suas funções e ficou um tempo sem entrar em qualquer cirurgia, conseguindo resolver seu “trauma”, apenas quando Meredith Grey estava na mesa de parto, em um hospital sem luz e sem a sua obstetra.

E o eliminado da temporada é Richard Webber (além de Mark, porque ele ainda está nos resquícios da 8ª temporada). O ex chief apareceu no final do último episódio (Perfect Storm), aparentemente, eletrocutado e jogado ao chão, sozinho e sem ninguém saber sobre seu paradeiro.

Grey’s Anatomy tem a décima (e, talvez, última) temporada confirmada. A nossa esperança é que no mundo de Shonda Rhimes não ocorra nada que possa nos desprender do que realmente esperamos da série. Mudanças bruscas demais podem ser, algumas  vezes, boas, porém, nem sempre são bem vistas.

Nessa temporada, que terminou em maio/2013, alguns personagens ficaram descaracterizados com tantas alterações. Pode ser “crescimento do personagem”, porém isso é o que tira de todos, a “marca registrada”

Grey’s é uma boa série e é muito ruim ver uma produção tão boa regredir dessa maneira.


Foram 13 episódios com gostinho de saudade, que nos deixaram ansiosos, tristes, esperançosos, curiosos e, posso dizer, inconformados, por ser a última temporada de Fringe.

Muitas coisas foram ditas, explicadas, feitas, porém, para quem ainda está passando pelo luto, ainda está na fase da negação (Não! Não pode ser possível que a série já tenha acabado!). Pois ééé, acabou. Então sem depressão e, por enquanto, sem choro, e vamos aproveitar os últimos momentos dessa temporada maravilhosa que Fringe nos proporcionou.

Tivemos um incrível salto temporal neste último ano: começamos com Walter, Peter, Astrid e Olivia presos no âmbar por 21 anos (desde 2015!) e uma Henrietta com 24 anos que salva seus pais, em “Transilience Thought Unifier Model 11”.

Vale lembrar que no mesmo episódio, Walter foi capturado pelos Observadores e torturado por Windmark:


Com o decorrer dos episódios, não poderíamos ver maiores semelhanças entre Olivia e Etta. Toda a vontade e a fé que Olivia teve no ser humano, Etta também sentiu, prova disso foi o “In Absentia”, onde Henrietta libera o legalista.

A mini Liv morre em “The Bullet That Saved The World”, fazendo com que percebêssemos que ela já havia nos conquistado e ficamos de luto pela loira, que demorou 21 anos para rever seus pais, até que Windmark resolveu acabar com todos os planos familiares.


Claro que a morte de Etta levou consequências a seus pais, porém Peter e Olivia souberam lidar com essa perda de formas diferentes. Peter achou que estava em um filme do Robocop e decidiu fazer uma auto cirurgia, inserindo, nele mesmo, o dispositivo dos Observadores, o que começou a (quase) matar Peter Bishop.

Ainda assim, em “An Origin Story”, como em praticamente todos os episódios, a atenção voltou-se à Olivia, que, depois de tanto tempo, estava ali, mais uma vez, chorando, sozinha, a morta de sua filha.

                 

Walter não quis ficar de fora e foi em “Through The Looking Glass And What Walter Found There” que o cientista mostrou seu brilhantismo, transportando-se, sozinho, para o universo (paralelo) de bolso e nos mostrando que Fringe não sobrevive sem ele e sem todo o seu carisma.

Passamos por muita coisa: perseguição de observadores, recordações de casos, peças de cérebro recolocadas, até que em “Black Blotter”, que assim como “The Recordist” foi um episódio calmo, atípico, visitamos o Monty Python, uma maravilhosa homenagem de Fringe à série britânica da década de 60, que nos mostrou a luta entre Walter e seu interior.

Mas foi em Anomaly – XB6783746 que eu chorei horrores, com a invasão dos Observadores no laboratório da Resistência, o resgate de Michael e, principalmente, com o sacrifício de Nina Sharp, que recorreu ao suicídio para não cair em nenhuma traição à equipe Fringe.


Somente nos 3 últimos episódios, quando estávamos com o tempo super apertado que as respostas começaram a aparecer e nós passamos a entender o quanto Michael é especial, por ser de uma raça diferente dos Observadores, entendemos a preocupação de Windmark e Cia para que o menino fosse destruído e, principalmente, conseguimos compreender a relação de Michael com os humanos, o seu modo de estar no passado, presente e futuro (o sorriso de Michael quando Olivia o resgata em “Liberty” mostra como ele está presente em todos os momentos, como ele calcula tudo, para que a equipe possa ter sucesso no plano), descobrimos que Donald, na verdade, é September e que Michael é seu filho, desvendamos as emoções desenvolvidas em alguns Observadores (os 12 primeiros).

Realmente, foram muitas coisas.

A volta ao universo paralelo e o uso dos antigos casos Fringe foram o que nos deixaram mais saudosos, afinal, essas partes nos lembraram que, acompanhamos a série há 5 anos e, naqueles minutos, ela estava se despedindo.

Astrid poderia ser melhor aproveitada, mas, de qualquer modo, a morena não nos deixou na mão e fez a sua parte com Walter, nos proporcionando cenas maravilhosas.


Mas, claro, não acabou por aí: Walter sacrificou-se pela humanidade e, com Michael, foi ao futuro, garantindo, dessa forma, que o tempo sofresse o reset e que os humanos vivessem sem Observadores, voltando tudo a 2015.


Fringe é uma série atípica, ela mistura dois elementos que, raramente, conseguem conviver juntos: a ciência e o amor, afinal, é disso que Fringe fala: do amor entre Peter, Olivia e Etta, do amor entre Walter (que foi até o universo paralelo para salvar seu filho) e Peter, do amor entre Peter e Olivia, entre September e Michael. Fringe não fez um romance, usou esse amor como um guia. Um guia que nos levou a esses 100 episódios e fez com que a série terminasse de maneira tão magistral.

Em meio a tudo isso, Fringe ainda agradeceu a seus fãs:


Que isso, Fringe! A gente que agradece. A gente agradece à produção, direção, ao elenco, câmeras, figurinistas, editores, que nos deram esses 5 anos.

Já vi muitos finais de séries, mas nenhum superou essa falta, que eu sei que Fringe vai deixar, e essa vontade de reviver todos os momentos com Olivia, Peter, Walter e Astrid.

E, aqui, encerro a minha cobertura de Fringe, uma série que me trouxe os melhores momentos e, para vocês, desejo a esperança e o agradecimento de uma tulipa branca, acreditando que, quem sabe, em um universo paralelo, Fringe ainda tenha muito tempo de vida.






No início da terceira temporada de Rizzoli & Isles, em 05/06/12, confesso, fiquei muito decepcionada. Não é uma série conhecida, porém tem história, tem conteúdo e é, realmente, boa.

Os episódios ficaram naquela montanha russa: um episódio era ruim, o outro era bom, o seguinte era mais ou menos, aí vinham 2 ótimos episódios, depois um péssimo e...isso resume a terceira temporada de Rizzoli & Isles.

A temporada foi fraquíssima, os casos deixaram muito a desejar e a relação entre as personagens foi de mal a pior.

No início, Jane e Maura não estavam se falando, porque Jane atirou no pai de Isles, já que ele era um bandidão super procurado e blábláblá. Com o passar dos episódios, apesar das duas voltarem à amizade, a série decaiu, já não estava chamando a atenção do público e começou a ficar pior, aí foi quando decidiram dar outro caminho e veio um bom episódio (Olá, “Welcome to the Dollhouse”).

Mas caímos, de novo, em uma temporada ruim que, só melhorou em “Cuts Like a Knife”, onde foi um dos melhores casos abordados nessa temporada.

A partir daí, os outros episódios foram quase medianos, não fossem alguns que foram chatíssimos, com casos de boy bands.

Um dos plots que deveriam segurar o público era a descoberta da mãe biológica de Maura Isles, mas foi tão chato que, no fim, só queríamos que ela saísse da série.

E, como de costume, Rizzoli & Isles terminou a temporada nos deixando uma incógnita: a morta (ou vida) de Tommy Rizzoli, que, pelo menos, tentou dar um final bom à temporada.

Essa temporada merece, no máximo, um 5. Espero que a próxima temporada seja bem escrita, bem produzida, para que Rizzoli & Isles não caia no cancelamento, sem um final bem elaborado.



No dia 20 de novembro, foi ao ar, nos Estados Unidos, a season finale de Covert Affairs. O episódio foi intitulado Lady Srtardust e manteve o nível dos últimos episódios da terceira temporada.

Covert Affairs já foi renovada para uma quarta temporada, mas, até a próxima temporada, ficamos com as impressões que a terceira temporada nos deixou.

Essa terceira temporada começou prometendo algumas coisas. Para superar a morte do Jai, Annie foi para outro departamento e começou a trabalhar com Lena, que deu toda a liberdade que a loira queria e aí, conhecemos Simon Fisher, que além de ser um grande espião, foi o amor da Srta. Walker.

Na minha opinião, o erro começou quando Matt Corman e Chris Ord (criadores de Covert Affairs) resolveram que Lena mataria Simon.

A morte de Fisher foi o que decaiu a série. Tivemos um episódio no subconsciente de Annie Walker e, nesse mesmo episódio, vimos mais uma tentativa frustrada de Lena para matar Annie.

A partir daí, tudo desandou: Walker perdeu o que mais a identificava, aquela confiança nas pessoas, a esperança de um mundo melhor, de pessoas melhores; foi aberto um plot da Joan, que, sinceramente, não fez a mínima diferença; de uma forma, os agentes foram se separando, então tivemos uma queda brusca e desnecessária na série.

Se, pelo menos, Simon não tivesse morrido...

Eyal teve até uma importância relativa, mas não chegou a fazer tanta diferença na série.

Agora, parece que querem criar tudo de novo, colocando o casal que muitos fãs esperavam: Annie e Auggie. Eu nunca fui super fã desse casal, prefiro Annie e Simon e Auggie e Parker, maaas né...

Enfim, Covert Affairs tinha tudo para ser uma ótima temporada, mas desperdiçou a oportunidade. No final, tivemos uma história toda voltada para uma pessoa só: Khalid, que foi tão besta, que nem tem o que continuar.

E você? O que achou dessa temporada de Covert Affairs? Conta aqui pro Seriáticos.




E chegamos a mais uma finale de True Blood. Como já temos todos reviews de cada episódio da 5ª temporada, então esse balanço vai servir para desenvolvermos juntos as nossas teorias.

Então, vamos lá: esse foi um ano importante para True Blood, foi o último ano do nosso querido Alan Ball. O Sr. Ball tentou tanto nos deixar com uma temporada de tirar o fôlego (para sua despedida e para cobrir a 4ª temporada), mas para nos fazer esquecer de todo o desastre da temporada passada, ele teria que escrever uma nova série.

A pergunta que permanecerá por muito tempo é “Quem é M. Warlow?”. Eu espero que seja um personagem que já conhecemos, assim dá um UP pra história, mas em True Blood, tudo que a gente acha que vai acontecer, não acontece e o que a gente nem sonha, pronto...já ta acontecendo.

Tenho que dizer: Qual é, Alan Ball? Copiou Lost na cara dura mesmo...Ifrit. Sem comentários!

Terminamos a temporada com o Bill virando a versão masculina de Lilith, praticamente todos da Autoridade mortos, Russel Edgington brutalmente assassinado por Northman. Sookie e as (sa) fadinhas lutando contra Newlin e Edgington. Pam e Tara juntas (realmente, precisava daquele beijo a la “E o Vento Levou” ?).

No geral, a temporada não foi péssima. Claro, como toda série que se preze, True Blood teve seus altos e baixos. Acredito que uma nota de 0 a 10, a 5ª temporada de True Blood ficou com o número 7 (acima da média, né).

Vamos lembrar que a 6ª temporada de True Blood não terá Alan Ball, então tudo o que a gente pensava que poderia esperar dele, já não podemos mais.

Acho que muitos estão esperando a 6ª temporada e deixo as minhas teorias e opiniões aqui:

      1. Por favor, não inventem mais demônios, monstros, fumaça risonha ou qualquer coisa que saia dos vampiros ou das (sa) fadinhas.
2    2. Alcide começará a ter alguma importância?
      3. Sookie, do jeito que é, vai se apaixonar por Warlow.
      4. Vampires rules.
      5. Pam merece alguém melhor que a Tara.
      6. Bill, MORRA!
      7. Eric e Sookie? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!
      8. Lilith não volte mais, por favor. Fomos obrigados a ver a sua aparição a la “Garota Fantástica” e não foi a melhor cena de True Blood.
      9. Jason, sabemos que é seu direito como americano ser um tolo, mas por favor, né

      Mas, e aí? Comenta aqui com o Seriáticos tudo o que você espera de True Blood.



Ainda não viu Once Upon A Time? Independentemente se o seriado da ABC ganhou críticas ou elogios, o fato é que Once Upon A Time teve uma das primeiras temporadas mais faladas, entre os seriados.

Se todo mundo comenta, por que o Seriáticos não? A gente vai fazer o balanço dessa série tão badalada que tirou o fôlego de algumas pessoas e despertou o lado crítico de tantas outras.

Once Upon A Time começou prometendo demais, dizendo que faria muito, que aconteceria exaustivamente, mas não foi bem assim.

A trama central é confusa e, ao contrário do que pensou a ABC, nem todos os fãs de contos de fadas gostaram do que aconteceu.

Criar uma história onde personagens de contos de fadas são mandados ao mundo real, sem nenhum acesso à magia, não é uma coisa simples. Você tem que agradar quem gosta e quem não gosta das historinhas de fadas, bruxas, feitiços e todo esse blábláblá.

Enfim, vamos à história: Once Upon A Time quis mostrar o outro lado dos contos de fadas, como se a bruxa má ganhasse e todos os finais felizes fossem extintos.

Em meio a tudo isso, a Branca de Neve tem uma filha e ela será a salvadora. A garota foi salva, mandada para o mundo real antes de todo mundo e, quando ela fizer 28 anos, voltará para salvar a todos. A cidade da vida real é Storybrooke e a bruxa má é a prefeita dessa cidade. Aliás, a bruxa má adota o filho da salvadora. Tá acompanhando?

Sim, Once Upon A Time é confusa, dá muitas voltas e deixa todo mundo meio tonto, mas é assim mesmo que funcionou. Muitas pessoas gostaram de ver seus contos preferidos ganharem uma outra versão, outras nem tanto.

Acho que algumas histórias foram meio bobas (caso dos anões), em contrapartida, algumas foram muito bem elaboradas (caso da Chapeuzinho Vermelho), ainda assim, a série tem muito pra melhorar.

Foram criadas muitas histórias para que todos os personagens se encontrem e, talvez, isso seja o que deixou a série ruim. Não tem tantos plots quanto True Blood, mas mesmo assim né?

De qualquer forma, com erros e acertos, agora temos que esperar pra ver como a série irá funcionar.

PS: fiquei comparando o príncipe encantado com o Thiago Leifert.

PS¹: se estavam em um lugar sem magia e a Regina (bruxa má) guardava um dragão, porque a Regina não usou esta magia?

Mas eu estou suuper interessada no que você acha que será a segunda temporada de Once Upon A Time. Comenta aí.


Foram 24 episódios com gosto de saudade e despedida, mas no dia 17/05/12 foi ao ar, nos EUA, a season finale de Grey’s Anatomy.

Na oitava temporada de Grey’s Anatomy, tivemos várias referências a antigos personagens e várias dúvidas quanto ao futuro.

A temporada começou com um episódio duplo, quase 2 horas de duração (Free Falling/She’s Gone) e centrava muito nos relacionamentos dos personagens: Meredith x Derek, Christina x Owen, Lexie x Mark, Callie x Mark x Arizona.

Logo no início da temporada, Shonda Rhimes já tinha dado algumas dicas sobre o que aconteceria; Patrick Dempsey já havia falado que seria seu último ano em Grey’s Anatomy; os fãs já sabiam que era o último ano de residência, que, a partir da oitava temporada, aqueles que entraram como internos, em março de 2005, sairiam como atendentes.

Para mim, um dos melhores episódios foi o “If/Then” (13° episódio), que mostrou como seria o SGMWH, caso acontecessem algumas mudanças tanto no passado, quanto no presente e futuro. Foi um dos episódios que mais nos relembraram George, Izzie, Charles, Addison, Reed. Acho que foi o episódio que deu início à instabilidade que Shonda Rhimes queria tanto frisar nesta temporada.

Aliás, instabilidade é a palavra que define essa oitava temporada de Grey’s Anatomy:começamos com uma Meredith “abandonada” pelo marido; vimos à disputa do casal Grey-Shepherd para conseguir a guarda de Zola; acompanhamos as dúvidas de Meredith Grey sobre que área da medicina seguir; assistimos de camarote a todo o relacionamento de Christina e Hunt; esperamos, ansiosamente, sobre o que aconteceria depois que Yang descobriu que estava grávida; soubemos das dúvidas de Kepner quanto a sexo, principalmente, depois de transar com seu melhor amigo; assistimos à alegria de Altman quando se casou com Henry, assim como, também vimos à dor de Teddy Altman quando Henry morreu; acompanhamos todos os relacionamentos serem destruídos e retomados.

Depois de tudo isso, Grey’s Anatomy ainda teve tempo de nos deixar com mais dúvidas, quando encerrou a temporada com um acidente de avião, no qual, Arizona, Christina, Meredith, Derek, Mark e o piloto, ficam perdidos e machucados na floresta. E pior: Shonda Rhimes cometeu um dos piores crimes seriáticos: matou Lexie Grey.

Então, vamos falar sobre Lexie: Alexandra Caroline Grey chegou sem mostrar nenhuma ambição e, eu mesma, não sabia o quanto gostava da personagem, até que ela morreu.Apaixonou-se por um atendente (Mark Sloan), envolveu-se com Avery e foi uma das melhores médicas que o Seattle Grace Mercy Death West Hospital já teve. 

Mais emocionante foi a despedida de Sloan. Sim, Lexie merecia uma vida inteira ao lado de Mark Sloan, merecia poder dar 2 irmãos e 1 irmã à Sophia, merecia morrer com 80 anos, depois de ter vivido muito e sido uma das melhores cirurgiãs, em sua cama. Lexie Grey merecia mais destaque em Grey’s Anatomy.

Não foi de Lexie Grey que esta temporada viveu: fiquei muito feliz em ver que todos passaram em seus exames, mas, ao mesmo tempo, um pouco sentida quando Kepner não foi aprovada. 

Ver Richard Webber fora de seu posto foi, completamente, incomum. Estava óbvio que ele não queria mais ser o chefe de cirurgia e estava mais claro que o motivo principal era sua esposa Adele que, assim como Ellis Grey, sofria de Alzheimer.

Owen Hunt tentou, mas não é Richard Webber.

Porém, ver uma Bailey, completamente, apaixonada foi um dos pontos mais baixos da série.Não me surpreendeu, não me fez diferença alguma. A nazi já não é tão nazi assim.

A 8ª temporada terminou de uma das piores formas: nós não temos ideia do que vai acontecer, nenhuma dica, nada.

A season finale não poderia mexer mais com os fãs. Depois de 9 anos acompanhando Grey’s Anatomy, Migration (8x24) foi o episódio que mais me comoveu e, para mim, a morte da Lexie foi pior que Izzie com câncer ou que George sendo atropelado por um ônibus.

Agora só podemos saber o que acontecerá com nossos personagens em setembro, mês previsto para o início da 9ª temporada de Grey's Anatomy.
Chegou ao fim a 7ª temporada de Bones e com ele, diversas opiniões a respeito do que a série está se tornando.


Eu, sinceramente, achei que essa 7ª temporada não teve muito a oferecer, não teve história. Logo no início, nos colocaram um assassino em potencial, aquele que desafiaria Brennan e a faria duvidar de si mesmo, porém, não foi exatamente isso que vimos.


Não vou negar que ver Bones e Booth se adaptando à vida de casal é muuito fofo, mas não precisávamos ficar tão presos nessa história.


Acredito que o season finale foi o melhor episódio da temporada. O julgamento sobre a condicional de Pelant, o qual consegue fazer com que, praticamente, todo o team Bones fosse colocado para fora do caso. E tenho que dizer que o novo agente especial responsável pelo caso é muito estranho. Parece que ele quer mesmo que Booth e Brennan acabem muito mal.


Foi muito triste ver a Cam chorando quando achou uma prova que poderia incriminar Brennan pelo assassinato de seu amigo.


A apresentação de Pelant no 6º episódio (The Crack In The Code) com aquele vírus em ossos nos deixou completamente ansiosos pelo novo serial killer e, vamos concordar, que na season finale, até a gente chegou a duvidar da Brennan. Ela tinha todos os motivos para matar Ethan Sawyer, afinal ele ameaçou a pequena Christine. E não importa quão fria e racional, Temperance Brennan seja, ela, com certeza, protegeria sua filha de tudo e todos.


Assim como o pai de Brennan que ajuda na fuga da filha e da neta, para que Pelant não possa alcançá-las ou fazer mal a elas.


Não posso dizer que a temporada não foi boa, porque foi, mas está bem longe de uma temporada Bones. Dá uma saudade da primeira temporada com o Zach e Brennan e Booth começando a sentir algo pelo outro e, principalmente, vendo a sétima temporada, sentimos falta da “Coveira”, que foi a melhor serial killer da série.

Escrito pela colaboradora e fanática por séries Ingrid Koga.