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Depois do final do 10º episódio da 5ª temporada, nós já sabíamos que a abertura de Pretty Little Liars mudaria (não faz mais sentido ficarmos com aquelas que estava lá desde o 1º episódio).

Além de acrescentarmos Alison DiLaurentis, tivemos outras mudanças, como a aparência das meninas.

Assista, abaixo, à nova abertura:


Vale lembrar que o retorno de Pretty Little Liars, que acontecerá em 2016, terá um salto de 5 anos.

Assistir aos episódios foi um pouco difícil. Demorei tanto tempo para acabar que, acredito, mal me lembrava do que tinha conseguido depois que terminei.

Em dois episódios, o mais “surpreendente” foi Alison ter sido presa e, então, desde o momento que ela entrou na prisão, as coisas ficaram mais monótonas (não, completamente, mas por assim dizer).

Começamos com o enterro de Mona, ou melhor, o enterro simbólico, pois o corpo da garota, ainda, não foi achado. Até  a misteriosa Sra. Grunwald entrou na jogada e ficou lá tentando adivinhar o que de tão terrível teria acontecido com Mona e seu corpo.

Saímos um pouco de Mona e vamos às liars. Spencer, que estava sob processo devido à morte de Bethany, superou isso, quando a câmera encontrada na casa de Mona foi descoberta, mostrando uma loira (não vamos dizer que foi Alison, já que ela alega que não tem nada a ver com isso) acabando com a “ex” nerd. Os crimes (Bethany e Mona) foram ligados e, portanto, Hastings está livre.

Alison não pode dizer o mesmo: presa, jurando ser inocente, acusada de ser –A. Ao que parece a garota estava bem melhor quando estava morta, pelo menos, assim, não poderia passar por tudo o que está passando no momento.


Já Aria passou por um – quase – drama da maioria das pessoas que acabam de sair da escola e não sabem o que fazer da vida. Não ser aceita na universidade, acredite, é um “problema” quase minúsculo. Montgomery quis melhorar, piorando e, então, temos – A, também, nisso.

Emily foi a que “menos sofreu” com –A nesses episódios. A ex nadadora passou pela despedida com Paige e os problemas básicos e iniciais de um namoro à distância. Se preocupar tanto com dinheiro, sempre, foi algo para Emily, então, quanto a isso, ela apenas mudou o foco de garçonete para uma – má – cozinheira.

Prender Caleb em uma espécie de forno, armar para Toby com uma faca da família, soltar fogos cruzando a letra –A, prender Aria em um plástico. Acho que os roteiristas estão perdendo a criatividade.

A ideia é que a série continue, então, para isso, precisamos que tenha história, que algo aconteça.


Era para ser um especial de natal, sem todo o espírito natalino.

Obviamente, eu não esperava que todas as respostas fossem dadas em um único episódio ou que um especial fosse me dizer os reais planos de Alison, mas não custa nada manter as expectativas.

Tivemos algumas aparições que não eram esperadas, como Mona e a Sra. DiLaurentis, assim como vimos uma pequena parte da Alison quando crianças e, então, podemos pré julgar que todo o envolvimento de Bethany começou bem cedo.

Todo o baile a volta de CeCe, depois de não tantos episódios for a, na verdade, não serviram para muita coisa, além de tentarmos dizer que Holbrook está, de alguma forma, no meio da história, da morte de Mona, do “renascimento” de Ali, da prisão de Spencer, enfim…de tudo o que, basicamente, aconteceu nos últimos episódios.

Com as novas seguidoras, Alison não tem muito o que temer. As gêmeas, que, antes nem víamos, estão mais presents a cada episódio e, agora, temos Jenna e Sidney ao lado de Ali, ao que tudo indica, como infiltradas.

Não foi um episódio revelador, não foi um episódio surpreendente, não foi um episódio magnífico, mas tudo bem…foi o típico episódio para tentar animar os fãs e deixá-los esperando por algo, apesar de não terem encerrado com um gancho bom.

De qualquer, forma, como disse Mona: “wake up, bitch. It’s Christmas” e, sinceramente, agora isso parece ser mais importante que todas as liars.


Nesses dois episódios aconteceram tantas coisas, então tudo será dividido por partes, começando pela confissão de Melissa.

Desde a primeira temporada, tivemos certeza de que Melissa estava envolvida em alguma coisa referente ao sumiço de Alison, só não sabíamos que ela tinha visto e dado o gran finale de Spencer. O grande segredo de Melissa é que ela viu a irmã com uma pá e, depois, viu um corpo, achou que Spencer havia matado a garota e a enterrou. A pergunta, então, volta-se à Spencer: mas, por que ela estava andando com uma pá durante a madrugada no meio do nada?

E, saindo de Melissa, vamos para Caleb e o momento supernatural da série. Essa coisa de universo paralelo, vagalumes e tudo mais, ficou muito confusa e jogada no ar. Não deu pra entender o que tudo queria dizer. Qual a relação disso com –A? Qual a relação disso com qualquer coisa da história? Aliás, qual o sentido disso?

Mona apareceu muito mais nesses dois episódios, uma forma de podermos apreciar cada momento que a ex grande perdedora de Rosewood tinha. Achei bem legal esse entrosamento dela com as meninas, uma coisa, mais ou menos, esperada, mas que deu ânimo e dinâmico à série. Série que já estava caindo profundamente na monotonia.

Mas, então, vamos às liars. Emily, Spencer, Hanna e Aria estavam super animadas achando que contariam para a polícia sobre Alison, quando foram surpreendidas com um monte de televisores ameaçando-as com uma foto tirada na época que Hanna estava no hospital (quando ela quebrou a perna e Alison apareceu...o momento que, por vezes, achamos ser uma mentira). 


Acompanhamos, a partir daí, uma série de acontecimentos e novas parcerias. Toby voltou pronto para se formar pela academia de polícia, as meninas tornaram-se as líderes do “I hate Alison DiLaurentis” e Alison não deixou isso barato.

DiLaurentis, como se não bastasse tudo o que aprontou em todos os episódios, decidiu ir até a polícia e, praticamente, inocentar-se de qualquer crime, especialmente, da morte de Bethany. Morte, aliás, que recaiu sobre Spencer, mesmo com todo o esforço dela e das meninas para descobrirem a verdade. É...não foi dessa vez.

Todas se juntaram para descobrirem algo que ligasse Alison à Bethany, porém foi Mona que conectou tudo e descobriu a verdade. Segundo a ligação dela para Aria “eu sei que Alison é –A e agora posso provar”. Infelizmente, Mona não pode provar. A loira chegou antes de todo mundo e tirou a ex nerd dos habitantes de Rosewood, garantindo que, sequer, o corpo da menina fosse achado.

Acho incrível a facilidade de matar e esconder um corpo em Rosewood. Para uma cidade pequena, há pouquíssima comunicação entre os vizinhos, especialmente, se você está prestes a ser assassinado que, suponho, você não fique exatamente calado.

Olhem aí as grandes surpresas de Pretty Little Liars: Mona morta, Alison é –A (quase comprovado), Emily e Paige voltaram, Caleb estava em um outro universo, Toby estava se tornando um policial e sofreu um “acidente” de carro, Alison está criando um exército, já que perdeu a inteligente (Spencer), a leal (Emily), a admirável (Hanna) e a apaixonada (Aria).

Quem sabe o que Pretty Little Liars nos reserva em sua volta?


Já passamos muito tempo nisso (tempo excessivo até mesmo para assistir aos episódios), mas a diferença foi mínima. Mínima mesmo.

Mais um personagem entrou na história: Cyrus Petrillo, que assumiu toda a culpa pelo falso sequestro de Alison. Passamos uma boa parte de A Dark Ali acompanhando a história que envolvia Cyrus. Tudo para, no fim, descobrirmos que Alison tinha arquitetado cada parte , deixando, mais uma vez, as pessoas, no mínimo, desapontadas, já que cada hora ela fala uma coisa e faz outra.

Pretty litte liars, realmente, deveria inovar.

Mas, voltando aos episódios, também, descobrimos que Noel Kahn não é o cãozinho de Alison, que aparentou ser. Aliás, o rapaz está preparado para o dia que a DiLaurentis resolver se livrar dele, guardando (até Spencer pegar) fotos e gravações sobre os últimos anos em que a loira estava sequestrada/morta, comprovando que ela estava viva e preparada para fazer qualquer coisa.


Tivemos um breve lapso de uma das faces de Melissa, a da irmã preocupada que, basicamente, disse à Spencer que –A tem um futuro nada promissor para Alison & amigas. Seguindo essa coisa toda, tivemos Mona que parecia fazer parte do planejado Cyrus, tentando descobrir o que de fato acontecia ali, como alguém (quem quer que seja, mas que foi Alison) tinha conseguido achar o rapaz e tê-lo feito abrir a boca da forma como fez, coincidindo com a história contada pela loira.

E, ainda, descobrimos a relação entre Jenna e Sidney e, apesar de ser uma história que parece meio inventada, não temos muitos motivos para acreditarmos que seja mais uma mentira no meio do enredo.

Hanna, que era quase um caso perdido, voltou à ativa e, graças a ela, o casamento de Ella Montgomery com Zach não deu certo, nem chegou a acontecer. Depois, descobrimos que toda aquela coisa de Hanna tinha uma pitada de –A.

Ainda, estou atrasada com os episódios de Pretty Little Liars, mas acredito que não teremos tantas mudanças, que são esperadas há tanto tempo.


Algumas perguntas foram acrescentadas, mas a principal continua: afinal, quem é –a?

Já ouvimos falar de Eddie Lamb há um tempo (até mesmo em outra temporada) e, agora, ele simplesmente sumiu, depois de deixar uma pista que, ainda, não parece ser nada importante.

Demos uma volta em Radley e conhecemos Rhonda, ex colega de quarto de Bethany. Aliás, Bethany foi quase uma DiLaurentis. Acredito eu que por meio de alguma chantagem, porque, claro, a mãe de Alison não iria, simplesmente, encontrar uma menina em um manicômio e decidir que a levaria para andar a cavalo, dar presentes e etc., etc., etc.. Spencer e logo conectou Bethany à mãe de Toby, que, ainda, tem a morte misteriosa.

Nos dois episódios, percebemos que as mães podem, às vezes, tomar a prioridade das filhas, como foi o caso de Pam e seu jantar, Ashley e o ataque a sua casa – que logo será discutido – e Ella com seu casamento.

Tivemos algumas voltas à Paige e sua situação de rato morto no armário, o que meio que nos deixou em círculos. No 6º episódio, vimos que a, agora, famosa Sydney, que , também, está no grupo Mona e em the silence of E. Lamb ela resolveu partir direto para o ataque, quando Hanna estava bêbada e louca para contar tudo o que aconteceu em NY...no fim, Hanna não segurou a língua muito bem e, apesar de não sabermos, exatamente, o que ela falou (só vimos o final da conversa) foi a chave para –A colocar uma menina contra a outra.


E, ainda em Hanna, entramos com a garota em  um ciclo de álcool, beirando o vício, o que resultou em assédio vindo de Zach, aquele que está noivo de Ella Montgomery.

Mas, explicando, todo a história: depois de Hanna, sem querer, acabar contando o que podia e não podia sobre as aventuras das liars, Aria decidiu que não falaria mais com ela (claro, porque isso resolve todos os problemas...simples). E assim Hanna, ao contar para a amiga, sobre o assédio de Zach, foi, literalmente, enxotada da casa Montgomery.

O fato é que demos voltas e voltas e não descobrimos nada. A relação entre DiLaurentis e Bethany já era previsível, a briga entre as meninas já estava previsto (Hanna já vem mostrando que não está tão feliz assim com a volta de Alison, há um bom tempo). Parece que, em todos os episódios, nós respondemos as mesmas perguntas e continuamos com outras, mas, na verdade, só acrescentamos, porque nada é respondido. Pelo andar da caminhada, PLL, ainda, durará 246256685 anos.


Não é qualquer série que chega aos 100 episódios (não é impossível, mas uma série sobreviver por 100 episódios significa algumas coisas).

Mas, para pretty little liars, isso parece banalidade, afinal, um número que tantas séries comemoram, PLL passou quase despercebido. Talvez, eles achem que um episódio bem feito é colocar Aria e Ezra juntos, Emily e Alison juntas, Caleb de volta. Não, não é. Seria diferente se marcasse de alguma forma e não foi isso o que ocorreu.

Não vamos dizer que Miss me x 100 e Run, Ali, Run não tiveram nada, afinal tivemos algumas (poucas) descobertas, mas que valem ser citadas.

A grande super descoberta foi a de quem está no caixão que deveria ser de Alison. Agora, temos um nome: Bethany Young. No meio de todo o “quem deve ser essa garota?”, também, descobrimos que, de certa forma, ela tem uma ligação com a Sra. DiLaurentis (ou seria ex Sra. Dilaurentis?). Claro, sobre isso, ainda não sabemos muito, mas acredito que acabará se desenrolando sem muito mistério. Eddie, de Radley, estar ajudando pode ser considerada alguma novidade.

A parceria entre Mona, Lucas e Melissa não nos surpreende em nada. Quando Mona estava em seu clubinho a la “Os Batutinhas” já sabíamos da presença dos dois. Aliás, só conseguimos saber sobre eles e Paige, esta que se revoltou depois e resolveu virar as costas (não é à toa que ela recebeu um rato morto, de brinde, em seu armário).


Caleb voltar à Rosewood, também, não é uma grande surpresa. Ele não poderia desaparecer pra sempre. Parece que não, mas, até em pretty little liars, as histórias tem que ter um fim, um ponto final.

Temos de volta a detetive, que mal significa alguma coisa, já que 58525625864886 investigações são feitas e nada é descoberto. A polícia de Rosewood é extremamente incompetente.

É meio difícil saber quando um plot de pretty little liars acaba, pois sempre há uma forma de ressurgir. Jenna é um grande exemplo. Pra mim, ela tinha ido embora e bye,bye, mas ela voltou, fazendo par de vasos com a novata da natação (que eu não lembro o nome) para tentar acabar, de vez, com Alison.

Sem querer reclamar do roteiro inteiro, mas tem muito furo por aí. O fato é que, acredito, que todos já estejam se cansando de tantas voltas e, tenho certeza, de que já disse isso algumas vezes por aqui. A grande pergunta é: até quando vamos terminar episódios com uma pessoa encapuzada, fazendo alguma coisa que tenta nos prender ao próximo episódio? Está difícil acompanhar, mas continuarei tentando, pelo menos, até o final dessa temporada.


Difícil dizer se as coisas não aconteciam quando Alison estava desaparecida ou agora que ela voltou de vez.

Nos 3º e 4º episódios dessa nova temporada, tivemos o mesmo do mesmo. As mesmas suspeitas, as mesmas pessoas, as mesmas coisas que todo mundo, na verdade, já sabia (se não sabia, já imaginava). Acredito que esteja na hora de mudar – especialmente, agora, que Ali está aí descaradamente.

Essa coisa toda de “meu pai matou a sra. DiLaurentis” já está passada. Afinal de contas, qual é o verdadeiro lance da família Hastings com a DiLaurentis? Um caso? Isso não é motivo para que Jessica DiLaurentis odiasse tanto Spencer, a ponto de querer acusá-la de homicídio – sabendo que a garota não tem nada a ver com isso. E aí, surge a teoria de “se ela quer entregar minha filha à polícia, vou matá-la”. Assassinato é uma coisa tão banal assim, que pode ser jogada essa teoria, assim, a qualquer momento?

Também com assassinato, temos Aria Montgomery e toda sua culpa por matar Shana. Até agora, não me conformo com a morte da garota, foi muito fácil. Mas, de qualquer modo, até quando vamos ficar nessa coisa chata de culpa? Matou, matou e, já que isso se tornou tão comum – especialmente em Pretty Little Liars – ela não deveria se mostrar tão preocupada.


Pulando de Aria para Hanna, a garota que resolveu fazer A mudança e, na verdade, não mudou muita coisa. Mas tentou. Hanna tentou, começou pelo cabelo e voltou a roubar lojas, o que ela fazia lá no início da série e se tornou a melhor das melhores amigas de Alison. Parece que Hanna é a única que está do lado da outra loira, que acha que ela, realmente, merece uma chance de voltar a viver em Rosewood.

E Alison, a mesma Alison...parece que Alison vive cercada de mentiras, cercada de invenções, de coisas que, na cabeça dela, acabam fazendo sentido, mas não fazem algum. É um mundo que ela pode controlar com tudo o que acaba inventando e isso é contado tantas vezes, que, querendo ou não, vira uma verdade.

E nos resta Emily, que agora ganhou uma fã e, sem perceber, despertou o ciúmes de Paige. Emily, antes, parecia tão próxima a Ali e, agora, parece só estar ali por estar.

Sim, a temporada está só começando e, ainda, não sabemos o que esperar, mas as dicas referentes à enrolação e ao “mistério” continuam.

O próximo episódio é o 100º. Será que vem coisa boa por aí?


A continuação de tudo o que aconteceu e nos deixou a pergunta sobre o que viria depois: Ezra baleado, “quem é –A?”, o corpo da sra. DiLaurentis será descoberto? Alison retornará? Muitas perguntas e tivemos algumas respostas – claro, mais questões também.

Ezra foi baleado, mas parece que ele só levou um empurrão...a bala foi retirada e ele acordou tão rapidamente, que poderia ter sido considerada uma pequena queda. Em menos de uma noite, ele já estava quase falando.

Descobrimos que Shana faz parte do –A team e foi reconhecida por Ezra (sim, eu disse que ele acordou muito rápido. Mal acordou e já estava contando para Aria quem atirou nele) e assassinada por Aria Montgomery, que deu poucos golpes na garota, que caiu e morreu. Simples assim!

Depois de 4 temporadas, finalmente, Alison voltou à Rosewood. Não só voltou, como já saiu contando mentiras. Mentiras sobre sequestro, mentiras sobre ser prisioneira, mentiras sobre como Spencer, Aria, Hanna e Emily a salvaram e a mantiveram protegida.

E, respondendo, a última pergunta: sim, o corpo da Sra. DiLaurentis foi achado, por um cachorro, mas achado (pelo menos não ficou esquecido todo o tempo).


Não entendi a função do grupinho liderado por Mona. O que é aquilo? Uma reunião de pessoas que se sentiram mal quando Ali lhes dava apelidos? E, pior, o que Melissa tem a ver com isso? Ela nem estudava mais no colégio, quando Alison entrou...será, apenas, por causa do Ian? Achei isso um pouco bobo e me lembrou do clube dos meninos em “Os Batutinhas”.

Quase no final de “Whirly Girl”, descobrimos que Mona, ainda, pode ser –A e que Shana, provavelmente, era só uma “pegadinha”.

Mas esperta mesmo foi CeCe, que, depois de dedurar Ali e as amigas, consegue sair do país, com a ajuda – e o passaporte – de Vivian Darkbloom (pseudônimo de Alison) e se mantém fora de toda a bagunça criada à toa.

Talvez, essa quinta temporada tenha começado um pouco melhor, não tivemos tantas pontas soltas, apenas, aquelas coisas que sempre nos perguntamos.


Estávamos super perto de saber quem é –A, mas não foi dessa vez.

Com mais de dois meses de atraso, finalmente, chegou ao season finale de Pretty Little Liars e tivemos um episódio de “lembranças”, pode-se assim dizer.

Depois de tanto tempo, tivemos uma presença real de Alison e começamos a entender o que aconteceu na noite em que a loira foi, quase, assassinada: começamos com Alison recebendo mensagens de –A, em um quarto de hotel, onde, também, tinha Ian, roubando os vídeos do garoto e ameaçando Jenna. A partir daí, a nossa primeira suspeita (desde o início da série) é descartada. Jenna não estava ligada à –A, pelo menos, não diretamente (e por enquanto). Descobrimos que Spencer não espancou Alison com uma pá, ela só bateu a pá no chão e caiu de tão drogada. Ou seja, Spencer também deixa de ser uma suspeita do –A team.

No meio da conversa cheia de “respostas” entre Alison e as garotas, ainda, tivemos Noel, que estava sumido há um tempo, como comparsa de Ali e uma investigação policial, onde a única suspeita era Spencer Hastings (obviamente, já que os únicos interrogados foram os Hastings).

Passamos por toda a história (onde muitas coisas, na verdade, não pareceram ter tanta importância) e tivemos um dos fatos mais importantes: Jessica DiLaurentis pode não ser –A, mas sabe quem é e enterrou a própria filha para proteger tal pessoa (eu espero que –A seja Jason, porque proteger um filho é o único motivo plausível para enterrar o outro).

No fim, ainda, não sabemos quem é –A, Ezra foi baleado e está quase morrendo (isso se já não morreu. Para ser sincera, não sei diferenciar, quando se trata de Pretty Little Liars) e Jessica foi enterrada viva (ou morta?). Alison, provavelmente, voltara à sua fuga e teremos mais uma temporada com voltas e voltas para, no último episódio, começarmos a entender.

Não posso dizer que estou super ansiosa para a próxima temporada, mas é inegável que quero saber quem é –A e como essa pessoa consegue estar em todos os lugares, todos os momentos.


Depois de alguns meses e de comentários do tipo “se você não gosta, por que, ainda, assiste à série?” resolvi terminar – ou quase – essa temporada de Pretty Little Liars – em parte, porque já estava me irritando ver os episódios baixados e só acumular.

Por mais surpresa que pareça, não vou falar mal dos episódios, porque, apesar de alguns errinhos, eu até curti vê-los. Começando por cover for me, onde tivemos a volta da Spencer, que estava na reabilitação.

Com Spencer, conhecemos Dean, que seria uma espécie de “tutor” da menina, o responsável por garantir que ela irá manter-se limpa e sóbria. Logo, em unbridled, descobrimos que, na verdade, Spencer já passou por tudo isso – ok, já sabíamos disso, mas não tínhamos noção da gravidade – através de brigas e, claro, como imaginávamos, com tudo esperado, pode ter levado Spencer a tentar – matar é uma palavra muito forte – machucar Ali.

Ainda, tivemos Aria rebelde, “transgredindo” as regras de seu pai, querendo, de alguma forma, provar a ela mesma que não ficaria presa a Ezra, o que, como vimos, não deu certo, nem mesmo quando Fitz deu a ela o rascunho do seu livro, onde revela que, a seu ver, a sra. DiLaurentis é –A. Pensem em todo o tempo que nós mesmos pensamos que Ezra era –A (essa teoria, ainda, não foi descartada, então vale guardá-la).


Descobrimos, no evento das noivas (e, até agora, me pergunto o motivo de fazer, do nada, um evento com vestidos de noiva no quinta de casa), fica mais e mais visível o “ódio mascarado” que a mãe de Alison sente por Spencer. Não sei se é o suficiente para dizermos que ela é –A, mas, com certeza, é um grande apontamento. Mas, toda vez é assim, a série nos mostra uma direção, nos aponta um culpado e descobrimos que, na verdade, estávamos bem longe de tudo aquilo. Então nada de precipitação.

Vamos ser sinceros: tirando as descobertas que envolvem Spencer, não houve muita coisa útil nos dois episódios. Tivemos Hanna tentando voltar a sua roda de relacionamentos, Emily que terminou com Paige, porque esta disse à polícia que Ali está viva, Aria passando por uma crise e, inclusive, descontando em sua mãe, que está noiva.

Tirando tudo isso, a única parte que realmente nos interessa, chegou ao final de unbridled, quando as meninas conseguem falar com Alison e conseguem, até, um endereço para encontrá-la.

Sabemos que Alison está viva, sabemos que há outra pessoa no caixão dela, sabemos que os Hastings e os DiLaurentis tem suas diferenças e, de certa forma, a história passou a correr em volta das duas famílias. O que nos falta são as respostas. Falta um episódio, apenas um, então tomara que venham algumas respostas.


Por um momento, achei que diria que os últimos episódios da série estão aí, que as meninas teriam aberto os olhos e descoberto tudo, maaas...as coisas não são tão fáceis assim.

Começamos com uma Spencer, completamente, perdida, desmaiada na sala de aula, com pijama, tudo por conta de seu vício. Logo, descobrimos que isso já tinha ocorrido antes e, admito, cheguei a pensar que os documentos entregues por Ezra poderiam ser falsificados – em vista de tudo o que tem acontecido, isso seria bem possível – mas, ao contrário, não só era real, como, pelo jeito, foi um caso, relativamente, sério.

As garotas foram tão cuidadosas para contarem à Aria sobre Fitz e, no fim, a informação foi, simplesmente, jogada, do nada. Apesar da inicial negação, não demorou muito para que Aria descobrisse o envolvimento de Ezra em diversas situações que as meninas se encontraram...dessa vez, o erro veio do tão prevenido professor que deixou passar mais do que deveria, fazendo com que a garota descobrisse de uma vez por todas que o relacionamento inteiro não passava de nada (uma fonte de conhecimento, digamos assim) e, com isso, tivemos algumas descobertas, entre elas, o livro de Ezra que foi aceito – e que ele jura que é sobre Alison e seu desaparecimento –, a manutenção de vários diários com várias informações sobre as liars, entre outras coisas. Além disso, pela primeira vez, vimos Aria, realmente com raiva, a garota acabou com o apartamento do ex e, depois (e, antes, também) entrou em, basicamente, uma bolha de isolamento.


Saindo de Aria e falando um pouco sobre Emily, que tem seu arco voltado a ajudar Ali. Depois de alguns episódios, Shana resolve ligar, sem mais nem menos, pedindo que Emily mande dinheiro para Alison (seria bem mais fácil, simples e, claro, rápido se ela tivesse feito isso, exatamente, no dia em que sumiu). Mas, Shana não foi a única a ter o seu retorno, Paige, também, resolveu devolver a cara, após um pequeno sumiço, apenas para dizer à Emily que se afaste de Alison e, como vimos, no final, contar à polícia sobre a sobrevivência de Ali. Emily, de certa forma, perdeu, completamente, qualquer identidade na série, parece que todas as histórias dela estão, na verdade, vinculadas a outras pessoas.

Cada uma das meninas tem suas própria histórias: Spencer é viciada, Hanna tem Travis – e Holbrook –, Aria tem seu relacionamento com Ezra e, agora, sua depressão, mas Emily só tem Alison, que, na verdade, é ligada a todas.

Os episódios não foram, totalmente, ruins, mas, também, não foram excelentes. Levando em consideração o nível em que a temporada está, podemos listá-los como alguns dos melhores.


Até achei legal a iniciativa de fazer um episódio diferente, baseado nos filmes dos anos 50, mas, diante de tudo o que – não – está acontecendo na série, isso era mesmo necessário?

Em Hot for teacher, a questão predominante foi a de contar ou não sobre Ezra para Aria. Spencer passou o episódio todo à base de pílulas, fazendo pesquisas e pesquisas, perdendo noites de sono, lendo 1001 livros e procurando todo tipo de informação que pudesse sobre Ezra. A garota ficou tão atordoada que acabou sendo confrontada por Hanna, nos minutos finais de seu “plano”, que provaria a grane teoria de que –A é, na verdade, Ezra.

Tivemos, até, uma grande participação de Shana, que, descobrimos no último episódio, conhecer Alison desde pequena, quando morava ao lado da casa da avó de Ali. Sempre acontece isso com esses personagens aleatórios: eles chegam, mostram que tem alguma importância e, de repente, somem, reaparecem, somem de novo, 5645254 anos depois, reaparecem no café em que Emily trabalha...de qualquer forma, dessa vez, Shana estava em busca de algo para Alison, o dinheiro que a garota escondeu no fundo de um quadro em seu antigo quarto e que sobrou para Emily pegar. Para variar, não deu certo, Shana foi atacada e Emily ficou com o dinheiro, sem saber o que fazer ou para onde levar.

Enquanto tudo isso acontecia, Aria tinha o seu fim de semana de princesa, em uma casa no campo, ao lado de Ezra, que, pelo jeito, consegue fazer 30000 coisas ao mesmo tempo: o cara conseguiu convencer a garota que seria melhor para os dois se ficassem sozinhos, levou Aria para a cabana, espionava as garotas enquanto a Srta. Montgomery não estava em casa, conseguiu sair à noite, conferir o que as meninas faziam e voltar para a cabana (super rápido), em passes de mágica.


No final do episódio, tivemos a inserção de um filme em preto e branco, que foi o pontapé responsável pelo início de Shadow Play, episódio estrelado por Spencer, baseado em filmes antigos.

O episódio foi todo na cabeça de Spencer e uma espécie de mundo alternativo, onde todos sabiam quem era Ezra e que Ali estava bem viva. Um episódio que, sinceramente, não acrescentou nada à série, ou melhor, não acrescentou nada à história, porque à série, acrescentou estética.
Com tantas coisas que devem ser discutidas e respondidas, talvez, não tenha sido a melhor hora, mas, ok.

Pelo menos, ainda, em Shadow Play, as meninas, com exceção de Aria, acharam o diário de Ali, quer dizer, algo do tipo, pois, depois, descobriram que, na verdade, algumas coisas foram alteradas e, portanto, o caderno que acharam não servia para nada, se não, para devolução.

E foi isso...o que mais nos deixará “ansiosos” para o próximo episódio é saber para onde Alison estava indo, quando entrou naquele ônibus de viagem. Será que chegou a hora da garota voltar pra casa e parar de graça? Será que, finalmente, descobriremos o motivo que Ezra tem para querer Alison morta? Isso tudo não seria resolvido se Alison, ao receber a primeira mensagem com ameaças, já tivesse ido à polícia?


O certo seria dizer que já está na hora de Pretty Little Liars acabar de vez. Não importa todo o drama e o mistério forçado ou o dinheiro que as fãs enlouquecidas, com certeza, fazem a série lucrar, afinal, o que aconteceu com a produção foi o completo desinteresse, do roteiro à direção. Só isso explica esse emaranhado sem sentido que a série se tornou.

Toda a história de Hanna e Caleb já deu o que tinha que dar e, até o momento em que Ashley leva sua filha para atirar pratos na parede, eu achei que isso se estenderia por outros episódios – conhecendo a série, poderia dizer que se estenderia até o último episódio da última temporada. Pelo menos, a parte “detetive” de Hanna foi atiçada, o que nos permitiu simpatizar um pouco mais com ela.

O mesmo já não podemos dizer de Emily, que, com a sua obsessão por tentar salvar Ali, acaba, de tal forma, prejudicando as duas e as outras garotas, que, mesmo sem querer, estão envolvidas em toda essa história. O fato é que, no fim, todos – menos as liars – acham que Emily está esgotada, enlouquecendo, devido a tudo o que ela passou, como se, de uma hora pra outra, ela resolvesse que, a partir de agora, agiria como uma completa maluca, a fim de lidar com os problemas.


Aria não ficou muito pra trás, mas fez o problema virar o seu irmão, ou melhor, fez seu irmão virar o problema. Os acontecimentos e traumas de Mike não são surpreendentes, mas ele estar em um relacionamento com Mona, fez com que Aria criasse ou tentasse criar uma forma de afastá-los, mesmo que, para isso, ela tenha que revisar os seus principais traumas.

E, enfim, Spencer descobriu quem é o tão misterioso “gostoso da praia”. Só falta saber como ela lidará com essa informação ao passar para suas amigas. Isso, além de descobrir todo o interesse de seu pai, para que Toby assine o “acordo” com Radley.

No fim, Pretty Little Liars fechou algumas portas – como nos mostrar que Ali está,r ealmente, viva e que todas as visões que as garotas tiveram, não eram ilusões, mas isso foi há alguns episódios – mas, também, abriu outras portas, janelas, casinhas de cachorro...a mensagem que –A deixou no dente de Hanna nos mostra isso, afinal, ao falar para as meninas pararem de procurar, é óbvio que elas continuarão procurando alguma coisa, alguma resposta.

Esperava mais, maaas...


Depois de todo esse tempo, Pretty Little Liars, ainda, não nos deu nada. E, ok, até entendo que, dessa forma, o show é prolongado, os fãs continuam assistindo e os envolvidos ganham mais dinheiro, mas...até quando?

Desde que essa busca desenfreada por Ali começou (desde que elas souberam que a amiga está viva), não temos uma continuidade, damos voltas e voltas em assuntos que já foram discutidos várias vezes. Um episódio ser assim não tem problemas, mas vários – e isso tornar-se algo recorrente – deixa a desejar.

O protagonista de Love ShAck, Baby foi, sem dúvida, o caderninho de histórias, que conseguiu colocar em evidência as histórias de cada uma, apenas, por diversão. Quando achávamos que conseguiríamos alguma coisa, voltávamos ao “tudo bem, nós somos amigas, isso não vai nos afetar”. Não adiantou nada Emily ter feito toda a organização, para, no fim, as meninas se dividirem, indo uma para cada lado e deixarem o diário sozinho na mesa. Depois de tudo isso, elas, ainda, não entenderam, que –A estará em qualquer lugar que elas estejam?

Todos os segredos revelados – mas, que idiotice o segredo de Hanna...estava com o irmão de Aria...e? – mas, as garotas não conseguem manter esse ritmo por muito tempo. No decorrer do episódio, temos a prova disso, já que Aria mente, constantemente, por causa de Ezra, o que dá mais força para que –A vá atrás delas. Falando em mentiras, a nova história referente à morte da mãe de Toby...por favor...não é possível que aquilo seja verdadeiro.

Esse é o momento perfeito para aparecer alguém ou alguma coisa e raptar uma das garotas, dar vida à série, um pouco (muito) mais de ação, suspense, drama...qualquer coisa.


Com a volta de Pretty Little Liars, fica a dúvida: até quando os roteiristas conseguiram enrolar essa série sem perder muitos telespectadores?

Nos últimos episódios, ficou mais do que óbvio que Ezra estava envolvido em tudo o que acontecia com as 4 amigas e não ficou tão claro, apenas, para que assiste, afinal, a cena em que Ali desaparece quando o professor chega – após a loira dizer que tem uma pessoa que a deixa com muito medo e blablabla – mostrou isso explicitamente, mas né...estamos falando de 4 garotas que vivem em uma cidade pequena e, de repente, resolvem que podem ser as substitutas de Sherlock Holmes.

Who’s in the Box só nos mostrou que existe uma garota, tipo, Alison em qualquer lugar. A prova veio com Sarah, de Courtland que era uma versão de Alison e até as amigas dela eram iguais às amigas de Ali – ou parecidas.

De resto, o que tivemos foi um desencadeamento de relações amorosas envolvendo Ezra e Aria, Spencer e Toby, Hanna e Caleb e, bem pouco (mas, ainda, presente), Emily e Paige. De alguma forma, toda a “investigação” e preocupação das garotas acabou se envolvendo com seus namoros e afins, até Caleb ir embora e dar um fim a essa coisa toda.

Toby foi o menos chato e arrastou sua namorada direto a uma empresa responsável por Radley, tendo como ideia, sugerida pelo Sr. Hastings, de fechar o manicômio de uma vez por todas, em razão da declaração obtida, dizendo que a Sra. Cavanaugh não se matou...o que deixa de ser um suicídio para um homicídio.

Entra ano, sai ano, começa hiatus, termina hiatus e Pretty Little Liars não avança.


Passou outubro, novembro...já estamos em dezembro e, só agora, consegui ver Grave New World e não sei se me arrependo de ter visto ou fico feliz por ter me livrado, de uma vez, desse episódio.

Em todo especial de Halloween, Pretty Little Liars tenta nos surpreender, mas, sem querer, acaba tornando tudo cansativo, fazendo com que muita coisa aconteça nos últimos minutos do episódio.

Eu, realmente, dormi – e essa não é uma força de expressão -, porque o episódio estava, incrivelmente, entediante.

Passamos o tempo todo com aquele “achados & perdidos” das meninas. Uma hora, some a Hanna, na outra, some Spencer, depois, todas se perdem, se encontram, se soltam, encontram estátuas, caixões, plantas, passagens secretas, maaaas...conseguem se perder e demorar 30 minutos para se acharem.

Em algumas partes, o que mais me chamava atenção era Caleb no ônibus com o cara estranho e a tal da Miranda, que foi jogada logo agora, para entrar como um novo personagem. Menina estranha, Halloween, nada novo...tudo parece muito repetitivo.

Mas, enfim, chegamos ao final do episódio, onde tivemos a verdadeira descoberta: Ali está viva. Ok. Poderíamos saber disso há 2 temporadas.

E nunca ficou tão visível que Ezra é –A, mas do jeito que as meninas são meio lerdinhas, podemos esperar que Aria volte a namorar o Sr. Fitz, as meninas continuem achando que ele é lindo e um ótimo professor e tenhamos mais 15658 anos com isso, até que elas percebam o que acontece de verdade.

A primeira temporada de Pretty Little Liars tentou nos mostrar que a série faria alguma diferença e, realmente, foi boa em algumas partes do primeiro ano, porém, como vimos, com o passar das temporadas, tudo piorou, piorou, piorou e...olhem a que ponto chegamos.

Confesso que, dessa vez, Pretty Little Liars me surpreendeu e, por incrível que pareça, não foi pelo fato de conhecermos alguém bem próximo a –A (isso se não for –A), mas pelo simples fato de termos algumas – poucas – respostas nesses dois episódios.

CeCe Drake já era uma pessoa bem cotada a ser a torturadora das meninas, mas não esperávamos que isso fosse explodir na nossa cara.

A série está acostumada a fazer isso: nos dá uma temporada de enrolações e meias verdades com meias mentiras para, no último episódio (no caso, Summer finale), nos mostrar algo que nos deixa esperando, ansiosamente, a próxima temporada.

Já começamos com Ashley, finalmente, libertada e pôde tirar seu acessório recente (a tornozeleira policial), mas, ainda assim, Hanna e companhia não tiveram um dia de sossego e, logo, na festa country, saíram correndo atrás da famosa Red Coat.

 Depois de tantos episódios, conhecemos um novo personagem, que, ainda, não posso decidir se está dos lados das liars ou do lado oposto. Travis chegou do nada, logo no início do 11º episódio e, em pouco tempo, depôs a favor de Ashley, citado como testemunha de que a Sra. Marin não teve nada a ver com a morte de Wilden.

Os últimos episódios têm sido, praticamente, ao redor da família Marin, como se os Hastings, Montgomery ou Fields não tivessem tanta importância, mas, aí nos enganamos e somos pegos pensando nos Cavanaugh.






Toby tem sido meio bobo desde que parou de trabalhar com –A. Ele era muito melhor, agora, parece que o garoto está em um círculo, uma bolha. Acho interessante que a morte da mãe do garoto seja abordada, mas não acho legal fazer disso a base para a existência do personagem na série.





Descobrimos que, sim, Ali está viva e bem perto, só não sabemos onde. Pena que foi preciso que Drake tivesse a brusca queda e seu corpo “roubado” para as meninas chegarem a essa resposta. Acredito que com o que a senhora Grunwald disse para as amigas, isso possa dar mais emoção para a próxima temporada, para ela não começar como uma canção de ninar e só nos dar algo bom de verdade no último momento.

E o final que nos faz esperar o próximo ano veio de Ezra Fitz. Tivemos a apresentação do QG de –A, porém não havia ninguém ali com as meninas, até que, no último minuto do episódio, Fitz, que passou os últimos episódios lamentando que Malcolm irá embora e se fazendo de papi chorão para Aria, resolve aparecer, todo revoltado com a descoberta das garotas.

Sim, Ezra Fitz foi jogado, agora como –A, mas, como já estamos bem acostumados, quando se trata dessa série, não podemos tomar como verdade, nunca, o que nos é jogado assim.

Se Pretty Little Liars se torna cansativa ao passar dos anos, o que a série, com certeza, sabe fazer é o cliffhanger, ele que nos deixa super ansiosos para uma próxima temporada e o que, sem querer (ou querendo mesmo) nos faz entrar nesse círculo vicioso de amor e ódio com a série.

PS: De todas, só torço por Spencer e Emily. As duas são as que mais passam por esses momentos a la -A desde a primeira temporada.